O ataque aéreo russo na cidade de Ternopil, no oeste da Ucrânia, não deixou apenas destruição física, mas também uma marca profunda de dor e sofrimento entre as famílias das vítimas. Pelo menos 25 pessoas morreram e 92 ficaram feridas, entre elas 18 crianças, segundo o serviço de emergência local.

Pai chora e abraça caixão de filho após ataque russo que matou crianças queimadas; vídeo

O ataque aéreo russo na cidade de Ternopil, no oeste da Ucrânia, não deixou apenas destruição física, mas também uma marca profunda de dor e sofrimento entre as famílias das vítimas. Pelo menos 25 pessoas morreram e 92 ficaram feridas, entre elas 18 crianças, segundo o serviço de emergência local.

Imagens que circulam nas redes sociais mostram um pai chorando e abraçando o caixão do próprio filho durante o velório, enquanto familiares tentam se consolar diante da tragédia. O momento comoveu internautas e representa o impacto humano devastador do ataque.

Confira: 

O bombardeio atingiu prédios residenciais de vários andares, destruindo partes superiores dos edifícios e provocando incêndios que lançaram uma espessa fumaça preta sobre a cidade. Segundo autoridades, a Rússia lançou mais de 470 drones e 48 mísseis durante a madrugada.

O ministro do Interior ucraniano, Ihor Klymenko, afirmou que famílias inteiras estão desaparecidas e que muitas pessoas podem ter ficado presas sob os escombros. Como reação ao ataque, a Polônia fechou temporariamente os aeroportos de Rzeszów e Lublin e mobilizou aeronaves militares polonesas e da Otan para proteger seu espaço aéreo.

O presidente Volodymyr Zelensky reforçou a necessidade de maior pressão internacional sobre a Rússia, pedindo envio de sistemas de defesa aérea e sanções mais rígidas, enquanto destaca que cada ataque contra civis evidencia o impacto humano da guerra.

Além das mortes e feridos, a ofensiva danificou infraestruturas de energia em sete regiões da Ucrânia, levando o governo a impor restrições de consumo. Moradores de cidades próximas, como Lviv, relataram ouvir explosões à distância, reforçando a sensação de vulnerabilidade em todo o país.

O episódio do pai abraçando o caixão do filho se tornou símbolo da tragédia e da dor que a guerra continua a causar, mobilizando mensagens de solidariedade e indignação internacional.

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