Uma discussão entre um casal por causa de som alto terminou em morte, após o homem ser esfaqueado no tórax pela própria companheira, em Itapevi, na Grande São Paulo. A vítima, de 29 anos, identificada como Elielson de Jesus Batista, não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital.
Uma discussão entre um casal por causa de som alto terminou em morte, após o homem ser esfaqueado no tórax pela própria companheira, em Itapevi, na Grande São Paulo.
Segundo informações programa Alô Você, Elielson de Jesus Batista, de 29 anos, morava com Maiara Oliveira da Silva, de 24 anos, havia cerca de cinco meses. O relacionamento, considerado recente, durou aproximadamente o mesmo período em que os dois passaram a dividir a mesma residência, onde o episódio ocorreu.
De acordo com o depoimento prestado à Polícia Civil, Maiara afirmou que se desentendeu com o companheiro ao ser confrontada pelo volume alto do som, hábito que ela apreciava. No relato oficial, a acusada alegou ainda que foi ameaçada e que Elielson teria ido “para cima dela”. Diante da situação, ela disse ter agido para se defender, desferindo a facada na região do tórax do homem.
Após ser atingido, mesmo ferido, Elielson procurou um vizinho para pedir ajuda. O proprietário do terreno, identificado como Luiz, e sua esposa prestaram socorro imediato, estancando o sangramento e conduzindo o homem até o hospital. Maiara também acompanhou o casal durante o trajeto, mas, segundo testemunhas, não mencionou o ataque em nenhum momento.
Elielson foi inicialmente atendido com vida, o que levou a acusada a ser encaminhada à delegacia sob suspeita de lesão corporal e tentativa de homicídio. Como o homem ainda estava vivo, ela foi ouvida e liberada. Contudo, após o falecimento da vítima, o caso passou a ser tratado como homicídio, e a Polícia Civil instaurou uma apuração aprofundada que culminou na prisão de Maiara.
Maiara segue presa, e o caso permanece em investigação pela Polícia Civil, que analisará a dinâmica do relacionamento, a motivação exata do ataque e se a justificativa de legítima defesa se sustenta diante das evidências e depoimentos coletados.
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