Duas funcionárias do Cefet foram mortas a tiros por um colega na tarde desta sexta-feira, no Maracanã. A professora Allane Pedrotti Matos e a psicóloga Layse Pinheiro foram baleadas e não resistiram. O autor dos disparos tirou a própria vida.

Homem mata duas funcionárias dentro de escola no Rio (Foto: Reprodução)
Homem mata duas funcionárias dentro de escola no Rio (Foto: Reprodução)

Duas funcionárias foram mortas a tiros em um ataque realizado na tarde desta sexta-feira (28), no Centro Federal de Educação Tecnológica (Cefet) Celso Suckow da Fonseca, no Maracanã, Zona Norte do Rio de Janeiro. A professora Allane de Souza Pedrotti Matos e a psicóloga Layse Costa Pinheiro foram baleadas por volta das 15h50, e levadas ao Hospital Municipal Souza Aguiar, mas não resistiram.

Indícios apontam que outro funcionário do local, João Antônio Miranda Tello Ramos, foi o autor dos disparos. Ele chegou na escola pela manhã e cumprimentou a todos normalmente. Pela tarde, entrou armado na sala da direção e efetuou disparos contra as mulheres que trabalhavam na Diretoria de Ensino.

Em seguida, João teria tirado a própria vida. Testemunhas afirmaram ter ouvido quatro tiros, mas teriam ficado em dúvida em relação ao que teria provocado o barulho. As aulas do período noturno foram canceladas.

Homem dispara contra funcionárias dentro de escola

O 6º BPM (Tijuca) da Polícia Militar afirmou que atendeu a ocorrência de disparos dentro da unidade de ensino, no Maracanã. Chegando ao local, encontraram as vítimas feridas, que foram socorridas pelo Corpo de Bombeiros e encaminhadas à unidade de saúde.

Aluno do Cefet, Jonatam Araújo, de 19 anos, contou o momento de desespero vivido depois que uma funcionária fez o alerta de que havia um suspeito armado. “Um policial veio em seguida e mandou todos ficarem onde estavam. Depois dos agentes revistarem, eles pediram que saíram. Ainda vi o socorro a uma baleada”, disse.

Também estudante, Mariah Emanoela Da silva, de 18 anos, contou que a escola estava cheia, em dia de confraternização de fim de ano, ocasionando em pânico generalizado. “Os funcionários passaram pedindo para ligarmos para polícia e Samu. Todo mundo começou a ficar desesperado, mas sem entender o que fazer. Alguns mandaram a gente sair e começou a correria. A sorte que conseguimos nos organizar na saída com as catracas e ninguém se feriu”, contou.

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*O suicídio pode ser prevenido. Saber reconhecer os sinais de alerta em si mesmo ou em alguém próximo a você pode ser o primeiro e mais importante passo. Por isso, fique atento se a pessoa demonstra comportamento suicida e procure ajudá-la com ajuda médica. Conte também com o CVV pelo telefone 188.

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