Uma turista chinesa de 26 anos foi mordida por um tubarão-lixa nas Maldivas, após persegui-lo durante uma aula de mergulho para fazer fotos para as redes sociais. Apesar dos ferimentos profundos nos pulsos, a jovem minimizou a situação, recusou-se a sair da água e filmou-se rindo ao receber os primeiros socorros. O incidente é atribuído à imprudência na interação com o animal, e não a fatores biológicos.

Turista chinesa sofre ataque de tubarão em Maldivas
Turista chinesa sofre ataque de tubarão em Maldivas

Uma turista chinesa de 26 anos sofreu um ataque de tubarão durante uma aula de mergulho nas Maldivas, em um incidente que chamou a atenção não apenas pela agressão do animal, mas pela reação inusitada da vítima.

O episódio ocorreu após a jovem, segundo relatos, ter se aproximado e perseguido tubarões-lixa com a intenção de “brincar” e capturar imagens para suas redes sociais. O ataque resultou em ferimentos nos pulsos da mulher.

A atitude da turista após ser mordida gerou controvérsia. Apesar de as lesões terem deixado marcas profundas em seus pulsos, a jovem ignorou a gravidade da situação e a necessidade de socorro imediato. Segundo informações, ela teria se recusado a sair da água, criticou o guia de mergulho e minimizou o ocorrido. O comportamento imprudente foi além: ela foi vista rindo enquanto recebia os primeiros socorros e chegou a filmar o próprio ferimento para registrar o momento.

A mulher só procurou atendimento hospitalar posteriormente para a limpeza das feridas e a aplicação de uma injeção antitetânica. Em declarações, ela afirmou não ter sentido dor significativa e especulou que o ataque poderia ter sido atraído por uma pulseira de prata que usava no momento.

Houve especulação sobre a possibilidade de o ataque estar relacionado ao período menstrual da turista, uma condição sobre a qual ela havia pesquisado previamente e foi informada de que seria seguro mergulhar utilizando um tampão.

Cientistas reforçam que não há provas concretas que liguem o ciclo menstrual a um aumento significativo no risco de mordidas de tubarão. O Museu de História Natural da Flórida, por exemplo, ressalta que não existe “evidência positiva” dessa relação, e a própria pressão da água tende a atenuar a situação.

Contudo, o incidente parece estar diretamente ligado à abordagem arriscada da turista e à sua interação forçada com os tubarões.

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