A modelo Andressa Urach relatou ter tido uma experiência de forte julgamento em um debate com 25 cristãos em São Paulo, afirmando que se sentiu “quase apedrejada“. Ela criticou a postura dos participantes, que focaram em seu passado e em suas escolhas, e questionou a hipocrisia de religiosos que se consideram mais dignos. A experiência reviveram nela lembranças do período em que vivia sob cobranças constantes por seu comportamento e aparência.
Andressa Urach, modelo e criadora de conteúdo adulto, vivenciou uma experiência descrita como “intensa” durante a gravação de um debate religioso realizado no último fim de semana, em São Paulo.
A modelo relatou nas redes sociais ter encarado um debate composto por 25 cristãos e afirmou ter sentido um forte julgamento em relação ao seu passado e às suas escolhas de vida, chegando a sentir-se “quase apedrejada“.
Assista o vídeo:
Urach destacou que, apesar de ter um profundo conhecimento das escrituras, a reação do grupo parecia indicar que o objetivo principal não era o diálogo.
“Eu já li a Bíblia inteira mais de quatro vezes e, mesmo assim, senti que muitas daquelas pessoas estavam ali como no Velho Testamento, prontas para me apedrejar em praça pública. A forma como me olharam e reagiram às minhas respostas deixava claro que não queriam ouvir, queriam julgar”, desabafou a modelo.
Ainda em seu desabafo, ela criticou o que considerou ser uma atitude de hipocrisia por parte de alguns religiosos.
“Religiosos se acham santos e não querem que eu fale de Jesus, como se eu não fosse digna! Será que eles não pecam?”, disparou, questionando a autoridade moral dos debatedores em relação à sua fé.
Um dos tópicos mais frequentes durante o debate foi o passado de Andressa Urach como garota de programa. Segundo a própria influenciadora, esse enfoque constante trouxe à tona memórias sensíveis de sua antiga fase de vida convertida ao cristianismo.
“Durante a gravação, eu revivi muitas coisas que pensei que já estavam resolvidas dentro de mim, porque algumas perguntas e atitudes me transportaram diretamente para a época em que eu era convertida e vivia sob constantes cobranças sobre comportamento, aparência e escolhas pessoais”, contou ela.
Assista o vídeo:
A experiência no estúdio, de acordo com Urach, reacendeu a sensação de estar sob permanente vigilância e de ser cobrada o tempo todo por suas ações e estilo de vida.
“Foi impossível não lembrar da sensação de estar sempre tentando me adequar para não ser julgada, algo que voltou com força naquele estúdio”, pontuou.
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