A Justiça condenou Joelma, a J Music e a Sun7live a devolver R$ 857 a um fã que comprou uma cabine no cruzeiro cancelado “Isso é Calypso em Alto Mar”. O pedido de R$ 45 mil por danos morais foi negado. A juíza entendeu que a artista e a empresa induziram consumidores a acreditar no evento, mas não houve dano moral comprovado. A decisão, de 11 de novembro, pode influenciar outros processos semelhantes.

Justiça condena cantora Joelma; saiba o motivo

A Justiça decidiu parcialmente a favor de um fã que processou a cantora Joelma pelo cancelamento do cruzeiro “Isso é Calypso em Alto Mar”, que nunca chegou a ser realizado. A informação foi revelada pela coluna Fábia Oliveira.

Entenda o caso

Eduardo dos Reis acionou judicialmente Joelma, a J Music e a Sun7live após adquirir uma cabine no cruzeiro temático, que prometia levar a artista e seus fãs para alto mar. Com o cancelamento repentino do evento, o consumidor alegou ter sido lesado e pediu indenização de R$ 45 mil por danos morais.

A sentença

A decisão foi proferida em 11 de novembro e deu vitória parcial a Eduardo. A juíza responsável entendeu que Joelma e a J Music tiveram papel fundamental na divulgação do evento, induzindo consumidores a acreditar em sua realização. Dessa forma, condenou a cantora e as empresas a devolverem R$ 857, valor pago pela cabine e ainda não reembolsado.

Por outro lado, a magistrada rejeitou o pedido de indenização por danos morais, argumentando que não houve comprovação de prejuízo que extrapolasse o aborrecimento natural de um serviço pago e não executado.

Apesar de caber recurso, a decisão pode servir como precedente para outros processos relacionados ao cruzeiro cancelado, reduzindo o risco de indenizações mais altas contra a artista.

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