Marcela Porto, a Mulher Abacaxi, expressou arrependimento por ter criado um abaixo-assinado contra a nomeação de Virginia Fonseca como rainha de bateria da Grande Rio. Em entrevista, ela esclareceu que sua crítica era técnica, defendendo que o posto exige vivência prévia no samba. No entanto, Marcela lamentou a proporção que a polêmica tomou e o impacto negativo que ela sofreu em sua trajetória no Carnaval, levando-a a sair da escola em que estava.

Mulher Abacaxi e Virginia Fonseca || Reprodução: Redes Sociais
Mulher Abacaxi e Virginia Fonseca || Reprodução: Redes Sociais

Marcela Porto, conhecida como Mulher Abacaxi, afirmou que se arrepende de ter criado um abaixo-assinado que questionava a escolha de Virginia Fonseca como Rainha de Bateria da Grande Rio para o Carnaval de 2026. A influenciadora e caminhoneira explicou que a iniciativa, embora motivada por uma crítica técnica, gerou consequências pessoais indesejadas após a grande repercussão.

Em entrevista ao podcast Sem Filtro, apresentado por Luiza Ambiel, Marcela Porto detalhou que sua crítica não era direcionada à pessoa de Virginia, a quem considera “linda, visionária”, mas ao processo de nomeação para o posto. Ela defende que o cargo de rainha de bateria exige vivência e respeito às etapas do Carnaval, citando sua própria experiência:

“Antes de ocupar posições de destaque, frequentei o Carnaval por muitos anos e comecei como musa, respeitando cada etapa”, comentou.

Ainda sobre o assunto, Marcela argumentou que o cargo assumido por Virginia é “muito pesado” para alguém que nunca havia desfilado, comparando a situação a começar uma carreira como apresentadora sem experiência prévia.

“Ela pegou um cargo que era da Paolla sem nunca ter passado pela Avenida”, argumentou.

Apesar de manter sua visão sobre a importância das etapas dentro do Carnaval, Marcela Porto revelou que hoje se arrepende do abaixo-assinado tomou. A influenciadora afirmou que o impacto da polêmica afetou sua própria trajetória dentro das escolas de samba.

“Eu me arrependo só para não ter que sair da escola em que eu estava”, finalizou.

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