A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo confirmou no sábado (13) o segundo caso de sarampo registrado no estado em 2025.
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo confirmou no sábado (13) o segundo caso de sarampo registrado no estado em 2025. O paciente é um homem de 27 anos, morador da capital, que não havia sido vacinado e tinha histórico recente de viagem internacional. Ele recebeu atendimento médico, apresentou boa evolução e já teve alta.
O primeiro registro da doença neste ano ocorreu em abril, também na cidade de São Paulo, segundo dados da vigilância epidemiológica estadual.
Medidas de controle e vigilância
Após a confirmação do diagnóstico, a Secretaria informou que adotou imediatamente as ações de controle e prevenção previstas nos protocolos de saúde pública. Entre elas estão a investigação epidemiológica, a identificação e monitoramento de pessoas que tiveram contato com o paciente e a intensificação da vacinação na região.
As medidas foram realizadas de forma integrada com a Secretaria Municipal da Saúde da capital e o Ministério da Saúde, com o objetivo de evitar a disseminação do vírus.
Doença altamente transmissível
A vigilância epidemiológica alerta que todo caso suspeito de sarampo deve ser notificado e investigado com rapidez, devido à alta capacidade de transmissão da doença, principalmente entre pessoas não imunizadas.
A Secretaria de Estado da Saúde reforça que a vacinação é a principal forma de prevenção. A vacina tríplice viral, que protege contra sarampo, rubéola e caxumba, é considerada segura e eficaz. O estado informou que mantém estoques regulares do imunizante e orienta a população a checar a carteira de vacinação, especialmente antes de viagens nacionais ou internacionais.
Quem deve se vacinar
- Crianças de 6 a 11 meses – Dose zero (D0), indicada em situações de maior risco de exposição. Essa dose não substitui as do calendário de rotina.
- Crianças a partir de 12 meses – 1ª dose aos 12 meses (tríplice viral) e 2ª dose aos 15 meses (tetraviral ou tríplice viral + varicela);
- Pessoas de 5 a 29 anos – Duas doses da tríplice viral, com intervalo mínimo de 30 dias;
- Pessoas de 30 a 59 anos – Uma dose da tríplice viral, caso não haja comprovação de vacinação anterior;
- Profissionais das áreas da saúde, turismo, hotelaria, transporte, alimentação e educação também devem manter o esquema vacinal completo, conforme orientação do Ministério da Saúde.
Onde buscar informações
O governo paulista disponibiliza o portal Vacina 100 Dúvidas, que reúne informações sobre vacinação, eficácia dos imunizantes, possíveis efeitos colaterais e riscos da não imunização. O acesso pode ser feito pelo site vacina100duvidas.sp.gov.br.
