Homem de 31 anos é preso em São José do Rio Preto após invadir a casa da mãe e descumprir medida protetiva. A vítima acionou o botão do pânico do aplicativo SP Mulher Segura, e guardas civis chegaram rapidamente ao local.

Mulher é salva por recurso de app (Foto: Reprodução / Agência SP)
Mulher é salva por recurso de app (Foto: Reprodução / Agência SP)

Um homem de 31 anos foi preso após descumprir uma medida protetiva e invadir a casa da própria mãe, de 58 anos, no bairro Eldorado, em São José do Rio Preto, no interior de São Paulo, na madrugada de segunda-feira (05).

O flagrante aconteceu depois que a vítima acionou o ‘botão do pânico’ do aplicativo SP Mulher Segura, criado pelo Governo de São Paulo para reforçar o enfrentamento à violência doméstica no estado.

Botão do pânico

De acordo com a polícia, o suspeito estava proibido judicialmente de se aproximar da mãe desde junho, após um histórico de agressões. Mesmo assim, pulou o muro e entrou na casa durante a madrugada.

Com medo de novas agressões, a mulher utilizou o recurso de emergência do aplicativo. O alerta foi emitido imediatamente às forças de segurança por meio do sistema de georreferenciamento.

Guardas civis municipais chegaram ao local poucos minutos depois e prenderam o homem em flagrante. Ele foi levado à Delegacia de Defesa da Mulher, onde o caso foi registrado como descumprimento de medida protetiva de urgência e violência doméstica.

SP Mulher Segura

O aplicativo SP Mulher Segura conta atualmente com cerca de 37,6 mil usuários ativos e já possibilitou o registro de aproximadamente 1,6 mil boletins de ocorrência.

A delegada e coordenadora das Delegacias de Defesa da Mulher (DDMs), Cristiane Braga, avalia que o aplicativo é um importante instrumento das políticas públicas voltadas ao enfrentamento da violência contra a mulher.

“Estamos utilizando a tecnologia para dar mais rapidez ao atendimento dessas vítimas, o que é essencial nesses casos. Com isso, também conseguimos integrar as forças de segurança, como Polícia Civil, Polícia Militar e Guardas Municipais, no combate à violência doméstica”, afirmou.

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