O jornalista Conrado Corsalette morreu aos 47 anos na madrugada desta quinta-feira (8), em São Paulo. O corpo foi encontrado na região de Santa Cecília, no Centro da capital paulista. Ele era secretário de Redação Adjunto na sucursal paulista do jornal digital Poder360.

Conrado Corsalette era secretário de Redação Adjunto do Poder360 e teve passagem por grandes veículos da imprensa brasileira — Foto: Reprodução/Poder360Conrado Corsalette era secretário de Redação Adjunto do Poder360 e teve passagem por grandes veículos da imprensa brasileira. Foto: Reprodução/Poder360.
Conrado Corsalette era secretário de Redação Adjunto do Poder360 e teve passagem por grandes veículos da imprensa brasileira — Foto: Reprodução/Poder360Conrado Corsalette era secretário de Redação Adjunto do Poder360 e teve passagem por grandes veículos da imprensa brasileira. Foto: Reprodução/Poder360.

O jornalista Conrado Corsalette morreu aos 47 anos na madrugada desta quinta-feira (8), em São Paulo. O corpo foi encontrado na região de Santa Cecília, no Centro da capital paulista. Ele era secretário de Redação Adjunto na sucursal paulista do jornal digital Poder360.

Nascido em 5 de fevereiro de 1978, na cidade de Santo Anastácio, no interior de São Paulo, Corsalette construiu uma carreira marcada pela atuação em alguns dos principais veículos do país.

Ele foi cofundador e editor-chefe do Nexo Jornal, além de ter passado por redações como Estadão, Folha de S.Paulo e Agora São Paulo.

Além do trabalho diário no jornalismo, Conrado Corsalette também se dedicou à reflexão política e social.

 Em 2023, lançou o livro “Uma crise chamada Brasil: a quebra da Nova República e a erupção da extrema direita”, publicado pela Fósforo Editora.

Homenagens e despedida

Em nota publicada nas redes sociais, o Poder360 lamentou a morte do jornalista e informou que ainda não havia detalhes sobre a cerimônia de despedida.

O diretor de redação do veículo, Fernando Rodrigues, destacou a importância profissional e humana de Corsalette.

“Conrado era um dos mais brilhantes jornalistas de sua geração. Admirado e querido por todos, tinha uma enorme capacidade de entender o que era notícia e como fazer bom jornalismo”, afirmou.

Rodrigues também ressaltou o caráter e a generosidade do colega com profissionais mais jovens, além da paixão que demonstrava pela profissão.

Até o momento, não foram divulgadas informações sobre velório e sepultamento.

 

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