Uma mulher australiana identificada como Rachel Bloor surpreendeu os vizinhos após relatar uma “visita” inusitada durante a madrugada da última segunda-feira (12): uma cobra píton estava enrolada em seu peito enquanto ela dormia.
Segundo Rachel, quem percebeu a situação foi o marido, que a acordou com um aviso direto e tenso:
“Querida, não se mexa. Tem uma píton de uns 2,5 metros em você”. A mulher conta que não conseguiu evitar alguns palavrões no primeiro momento, mas rapidamente manteve a calma e pediu que o marido retirasse os cães da raça dálmata do quarto.
Uma mulher australiana identificada como Rachel Bloor surpreendeu os vizinhos após relatar uma “visita” inusitada durante a madrugada da última segunda-feira (12): uma cobra píton estava enrolada em seu peito enquanto ela dormia.
Segundo Rachel, quem percebeu a situação foi o marido, que a acordou com um aviso direto e tenso:
“Querida, não se mexa. Tem uma píton de uns 2,5 metros em você”. A mulher conta que não conseguiu evitar alguns palavrões no primeiro momento, mas rapidamente manteve a calma e pediu que o marido retirasse os cães da raça dálmata do quarto.
“Seria uma carnificina se eles percebessem a cobra”, relatou à BBC.
Espécie não venenosa
A cobra era uma píton-carpete, espécie não venenosa, bastante comum na Austrália e que costuma se alimentar de pequenos animais, como pássaros.
Com os cachorros fora do quarto e o risco de confronto eliminado, Rachel decidiu resolver a situação por conta própria.
Saída tranquila pela janela
Mantendo a calma, a australiana se desvencilhou lentamente da píton e começou a conduzi-la de volta para fora do quarto, refazendo o caminho por onde o réptil entrou. Ela acredita que a cobra se espremeu pelas persianas da janela e rastejou até a cama, que ficava logo abaixo.
“A píton era tão grande que, mesmo estando enrolada em mim, parte de sua cauda ainda estava para fora da janela”, contou.
Calma diante do inesperado
Enquanto Rachel manteve o controle da situação, o marido ficou completamente estupefato. Ela explicou que sua tranquilidade se deve ao fato de ter crescido em uma propriedade rural, cercada por cobras.
Segundo ela, manter a calma é essencial: se a pessoa não entra em pânico, o animal também tende a não reagir. No entanto, há uma exceção curiosa.
“Se tivesse sido um sapo, uma das pragas mais destrutivas e repugnantes do país, seria outra história. Eu não suporto eles, me dão ânsia de vômito. Então, se fosse um sapo-cururu, teria me assustado.”
Final sem feridos
Apesar do susto, ninguém se feriu, nem humanos, nem animais, e a cobra retornou tranquilamente ao ambiente externo.
