O Big Brother Brasil 26 enfrenta uma sequência de polêmicas desde o início da edição, o que tem gerado forte desgaste interno na Globo. Entre denúncias de assédio envolvendo o participante Pedro Henrique Espíndola, as convulsões sofridas pelo ator Henri Castelli e a repercussão negativa do longo período do quarto branco, a emissora teria chegado a cogitar a volta de Boninho, histórico diretor do reality, conhecido como o “Big Boss”.
De acordo com o colunista Alessandro Lo-Bianco, internamente foi admitido que a atual direção do programa não tem conseguido remanejar e resolver problemas que surgem ao longo do jogo, função que antes era centralizada na figura de Boninho.
O Big Brother Brasil 26 enfrenta uma sequência de polêmicas desde o início da edição, o que tem gerado forte desgaste interno na Globo. Entre denúncias de assédio envolvendo o participante Pedro Henrique Espíndola, as convulsões sofridas pelo ator Henri Castelli e a repercussão negativa do longo período do quarto branco, a emissora teria chegado a cogitar a volta de Boninho, histórico diretor do reality, conhecido como o “Big Boss”.
De acordo com o colunista Alessandro Lo-Bianco, internamente foi admitido que a atual direção do programa não tem conseguido remanejar e resolver problemas que surgem ao longo do jogo, função que antes era centralizada na figura de Boninho.
Sem essa liderança, falhas operacionais passaram a ficar mais evidentes, especialmente em momentos de força maior, quando decisões precisam ser tomadas ao vivo.
Reunião de crise nos bastidores da Globo
Diante do cenário, a Globo teria promovido uma reunião interna para reorganizar o projeto. As discussões foram descritas como catastróficas nos bastidores, revelando uma preocupação real com os rumos do programa.
Entre as sugestões levantadas, surgiu a ideia de pedir uma assessoria direta de Boninho, com o objetivo de auxiliar na identificação de falhas e no replanejamento da execução do reality em situações críticas.
Oferta milionária para convencer Boninho
Ainda segundo o jornalista, a emissora teria cogitado oferecer a Boninho um valor equivalente ao prêmio do BBB, cerca de R$ 5,5 milhões, pagos em seis parcelas. O formato seria de uma consultoria quinzenal ou mensal, pensada justamente para tornar o acordo mais atrativo.
Até o momento, não se sabe se Boninho aceitaria a proposta. A intenção seria conversar diretamente com ele, e a articulação estaria restrita a um círculo muito fechado dentro da emissora.
Equipe inexperiente agrava crise
Apesar da ideia ser vista como positiva por parte da cúpula, há um agravante importante: a saída de grande parte da equipe histórica de Boninho. Com isso, o programa passou a ser conduzido majoritariamente por profissionais novatos.
Segundo avaliação interna, essa realidade torna a operação ainda mais difícil. A frase que teria resumido o clima da reunião foi direta:
“Estamos aprendendo sem ele, na força e na marra.”
Mal-estar na atual direção
A ideia de recorrer a Boninho teria partido do setor executivo da Globo e já estaria gerando mal-estar nos bastidores, especialmente para Dourado, atual diretor do reality, e Amauri Soares, apontado como responsável pela decisão de encerrar o ciclo de Boninho na emissora.
Apesar das discussões, Dourado segue oficialmente no comando do BBB 26.
Nova fase longe da Globo
Enquanto isso, Boninho vive uma nova fase profissional fora da Globo. Atualmente, ele atua como diretor de programas no SBT, onde comanda o novo “The Voice Brasil”, além de desenvolver um reality show para a Record, intitulado “Casa do Patrão”, voltado para anônimos. O diretor também mantém parcerias com a Disney+, voltadas a projetos multiplataforma de entretenimento.
