O policial militar envolvido na agressão ao ex-jogador Perdigão foi afastado de suas funções externas e passará por acompanhamento psicológico por determinação da Corregedoria do Paraná. A decisão ocorreu após a divulgação de vídeos que mostram o agente agredindo o ex-atleta no estádio Vila Capanema, logo após uma partida do Campeonato Paranaense.
A Secretaria de Segurança Pública do Estado do Paraná instaurou um procedimento administrativo para apurar a denúncia realizada pelo ex-jogador Perdigão, de 48 anos.
Na última segunda-feira (19), o ex-jogador utilizou suas redes sociais para divulgar imagens nas quais aparece sendo agredido por um policial militar após o confronto entre São Joseense e Operário. A partida, válida pelo Campeonato Paranaense, ocorreu no último domingo no estádio Vila Capanema, em Curitiba.
Assista o vídeo:
Medidas tomadas
De acordo com as diretrizes da pasta, a Corregedoria da Polícia Militar do Paraná (PMPR) agiu prontamente ao tomar ciência do ocorrido. O comando da corporação determinou que o agente envolvido seja afastado de suas funções operacionais de imediato, sendo realocado para o setor administrativo.
Além do afastamento das ruas, o servidor foi encaminhado para uma avaliação psicológica obrigatória a fim de verificar sua aptidão para o serviço público.
O posicionamento da PMGPR
Em nota, a instituição reforçou que as atitudes registradas nas imagens não refletem as diretrizes de treinamento das forças de segurança do estado. A PMPR enfatizou o compromisso com a conduta técnica e ética, garantindo que o caso será investigado com o rigor necessário.
Nota oficial da Polícia Militar
“A Polícia Militar do Paraná informa que já instaurou procedimento interno para apurar os fatos envolvendo o policial militar citado no episódio.
Assim que tomou conhecimento do caso, a Corregedoria da PMPR adotou as providências iniciais, determinou o afastamento imediato do policial militar para funções administrativas e encaminhou o servidor para avaliação psicológica.
A corporação ressalta que a conduta relatada não condiz com o preparo e com o trabalho das forças de segurança do Paraná”.
