Uma década após a Olimpíada do Rio de Janeiro, um novo capítulo envolvendo o antidoping veio à tona. O judoca brasileiro Rafael Buzacarini teve resultado positivo em uma reanálise de exames coletados durante os Jogos de 2016, segundo anúncio feito nesta quinta-feira (22) pela Agência Internacional de Testes (ITA).
Uma década após a Olimpíada do Rio de Janeiro, um novo capítulo envolvendo o antidoping veio à tona. O judoca brasileiro Rafael Buzacarini teve resultado positivo em uma reanálise de exames coletados durante os Jogos de 2016, segundo anúncio feito nesta quinta-feira (22) pela Agência Internacional de Testes (ITA).
Buzacarini integra a lista de sete atletas de diferentes países que apresentaram irregularidades após a reaplicação de testes em amostras armazenadas desde a competição olímpica. De acordo com a ITA, os resultados positivos indicaram a presença de esteroides anabolizantes, substância que já era proibida pelas regras antidoping à época.
No caso do brasileiro, foi identificado o metabólito da deidroclorometiltestosterona, um esteroide sintético. Rafael Buzacarini terminou a Olimpíada do Rio na nona colocação na categoria até 100 kg do judô masculino.
A agência explicou que os novos resultados só foram possíveis graças aos avanços tecnológicos dos últimos anos, que permitiram métodos mais sensíveis e precisos para detectar substâncias e metabólitos que não eram identificáveis em 2016.
Todos os atletas notificados têm direito de solicitar uma contraprova. Até a conclusão dos processos, eles ficam suspensos provisoriamente por suas respectivas federações internacionais.
Além do brasileiro, a lista divulgada inclui atletas do Egito, Belarus, Lituânia, Uzbequistão e Bulgária, de modalidades como halterofilismo, luta greco-romana e atletismo.
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