Trinta anos depois de um episódio que marcou o imaginário brasileiro, um médico decidiu quebrar o silêncio e revelar um relato que, segundo ele, foi mantido em segredo até mesmo da própria família. Em entrevista recente, o profissional afirmou que presenciou algo fora do comum dentro de um hospital de Varginha, no Sul de Minas Gerais, durante os dias que se seguiram ao famoso caso do ET de Varginha, em janeiro de 1996.

Foto: Reprodução
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Trinta anos depois de um episódio que marcou o imaginário brasileiro, um médico decidiu quebrar o silêncio e revelar um relato que, segundo ele, foi mantido em segredo até mesmo da própria família. Em entrevista recente, o profissional afirmou que presenciou algo fora do comum dentro de um hospital de Varginha, no Sul de Minas Gerais, durante os dias que se seguiram ao famoso caso do ET de Varginha, em janeiro de 1996.

De acordo com o médico, o medo de ser desacreditado ou tratado como alguém fora da razão foi determinante para que ele permanecesse calado por décadas. “Eu sei o que eu vi”, afirmou, ao explicar que preferiu carregar sozinho o peso da experiência. Segundo o relato, ele teria sido chamado por colegas para avaliar uma criatura diferente, que não se assemelhava a nenhum ser humano conhecido, nem a qualquer animal.

O profissional descreveu características físicas incomuns e disse que o olhar da criatura o marcou profundamente. Ainda assim, reforçou que jamais teve provas materiais do que presenciou, apenas a memória vívida do momento. O silêncio, segundo ele, foi uma forma de autoproteção, diante do receio de sofrer exposição pública, perder credibilidade profissional ou causar impacto emocional em pessoas próximas.

Caso do ET de Varginha completou 30 anos

O depoimento surge em um momento em que o caso completa 30 anos e volta a ganhar atenção com novos documentários e relatos. Embora as investigações oficiais conduzidas à época tenham descartado qualquer evidência de origem extraterrestre, histórias como essa seguem alimentando o mistério que envolve Varginha até hoje.

Para o médico, o tempo não apagou a convicção. Mesmo após tantos anos, ele garante que não se trata de imaginação ou engano. “Não falo para convencer ninguém. Falo porque chegou o momento. Eu vi, e isso nunca mudou dentro de mim”, concluiu.

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