A Polícia Civil de Santa Catarina informou que um dos adolescentes apontados nas redes sociais como suspeito de maus-tratos contra o cão Orelha não teve participação no crime. Segundo a investigação, o jovem não aparece nas imagens analisadas e a família apresentou provas de que ele não estava no local. Com isso, ele passa a ser tratado como testemunha. O caso ocorreu no bairro Praia Brava, em Florianópolis.
A Polícia Civil de Santa Catarina esclareceu, neste sábado (31), que um dos adolescentes citados nas redes sociais como suposto envolvido no caso de maus-tratos contra o cão Orelha não participou das agressões.
De acordo com os investigadores, a análise das imagens reunidas durante o inquérito mostrou que o jovem não aparece nos registros que circulam na internet. Além disso, familiares apresentaram documentos e informações que comprovam que ele não estava no local no dia do crime.
Com a exclusão do adolescente do grupo de suspeitos, a polícia informou que ele passa a ser tratado formalmente como testemunha no processo de apuração.
O caso do Cão Orelha
O caso ocorreu no bairro Praia Brava, em Florianópolis, e ganhou repercussão após a divulgação de vídeos que indicariam agressões ao animal, o que gerou comoção e compartilhamentos nas redes sociais.
Segundo a Polícia Civil, os outros três adolescentes apontados como suspeitos ainda devem ser ouvidos. A data dos depoimentos não foi divulgada, e as investigações seguem em andamento.
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