O homem não volta à Lua desde 1972 devido a cortes orçamentários pós-Guerra Fria e ao foco em robótica. Em 2026, a missão Artemis II marca o retorno de tripulações à órbita lunar, preparando o terreno para um novo pouso em breve.

Entenda por que o homem nunca mais pisou na Lua, mesmo após avanços tecnológicos (Foto:  Getty Images/iStockphoto)/urls:
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Entenda por que o homem nunca mais pisou na Lua, mesmo após avanços tecnológicos (Foto: Getty Images/iStockphoto)/urls: https://images-assets.nasa.gov/image/as11-44-6551/as11-44-6551~orig.jpg https://images.nasa.gov/details-as11-44-6551.html https://images.nasa.gov/details-as17-145-22285.html https://images.nasa.gov/details-as11-40-5964.html https://solarsystem.nasa.gov/resources/429/perseids-meteor-2016/

Apesar de todos os avanços tecnológicos, o homem não pisa na Lua há 52 anos. As viagens de astronautas ao satélite foram interrompidas em 1972, com a Apollo 17, e desde então não houve mais missões tripuladas até lá. Existe uma explicação para isso? O portal Bacci Notícias vai te ajudar a responder.

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Na época, o motivo principal foi o alto custo: apenas o programa Apollo consumiu quase 5% do orçamento federal dos Estados Unidos na década de 1960. Sem a pressão política da Guerra Fria e com o interesse científico em baixa após o sucesso inicial, o Congresso americano cortou verbas drásticas para novos pousos.

Depois disso, as atenções da NASA se voltaram para satélites artificiais, sondas planetárias e para a construção da Estação Espacial Internacional (ISS), considerados investimentos mais estratégicos para a época. Ao longo das décadas, a tecnologia robótica evoluiu e tornou as explorações espaciais mais baratas e seguras. O envio de sondas e naves autônomas ganhou preferência, reduzindo o risco para astronautas e cortando gastos elevados.

Tudo pode mudar em 2026

Mas tudo pode mudar em 2026. O cenário se transformou nos últimos anos com o crescente interesse de países como China, Índia, Japão e Israel em conquistar espaço na exploração lunar.

O objetivo atual vai além da ciência pura: envolve a busca por recursos naturais, testes de tecnologias para futuras viagens a Marte e o fortalecimento do protagonismo global. A missão Artemis II da Nasa, que pode ser lançada na próxima semana, será o primeiro voo tripulado rumo à Lua desde 1972, levando quatro astronautas para orbitar o satélite.

Não haverá pouso por enquanto, já que a cápsula Orion ainda não possui um módulo lunar acoplado nesta etapa. O foco está em testar sistemas de segurança e suporte à vida para missões futuras, como a planejada Artemis III, que finalmente deve levar humanos de volta à superfície lunar.

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