Um dia após a morte do influenciador e empresário Henrique Maderite, familiares usaram as redes sociais para prestar homenagens e agradecer as manifestações de carinho. Na manhã deste sábado (7), Henrique Júnior Maderite, filho do empresário, publicou um vídeo emocionado em que fala sobre o legado do pai e o apoio que tem recebido de amigos e seguidores.
Visivelmente abalado, o jovem afirmou que era o maior admirador de Henrique. “Ele tinha muitos fãs, e eu era o número um”, disse. Juninho, como é conhecido, também declarou que o pai sempre foi seu maior exemplo e que pretende honrar o nome que ele construiu ao longo da vida.
No vídeo, o filho ainda comentou que a morte ocorreu da forma como o empresário costumava dizer que gostaria: rápida e sem sofrimento. “Tenho certeza de que você estaria falando aí de cima: ‘Apruma, meu filho’”, afirmou, ao lembrar uma das expressões mais marcantes de Henrique. A filha dele, Ana Clara Ferreira, também prestou homenagem ao compartilhar nas redes sociais um vídeo do influenciador cantando a música Noites Traiçoeiras.
Investigação e despedida
Henrique Maderite morreu na tarde de sexta-feira (6), em seu haras, na região de Nova Lima. A Polícia Militar registrou o óbito como decorrente de causas naturais, e a família informou a suspeita de infarto fulminante. Mesmo assim, a Polícia Civil de Minas Gerais aguarda a conclusão dos laudos pericial e necroscópico para confirmar oficialmente as circunstâncias da morte. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).
O velório está previsto para este domingo (8), no Cemitério Bosque da Esperança, na Região Norte de Belo Horizonte. O horário da cerimônia ainda depende de confirmação da administração do local.
O fenômeno do “sextou”
Natural de Belo Horizonte e empresário do setor da construção civil, Maderite se transformou em um fenômeno das redes sociais de forma relativamente tardia, durante a pandemia, quando já tinha 45 anos. Com mais de 2 milhões de seguidores, ficou conhecido por “anunciar” oficialmente a chegada do fim de semana com o bordão que virou marca registrada: “Sextou, pode olhar aí: ‘mei dia’, quem fez, fez, quem não fez não faz mais”.
