A cidade de Porto Alegre registrou mais um caso de Mpox em 2026. A doença, causada por um vírus do mesmo grupo da varíola, já havia somado 11 confirmações na capital gaúcha ao longo de 2025.
A cidade de Porto Alegre registrou mais um caso de Mpox em 2026. A doença, causada por um vírus do mesmo grupo da varíola, já havia somado 11 confirmações na capital gaúcha ao longo de 2025.
Com o novo registro, a prefeitura intensificou as orientações para reduzir o risco de contágio durante o Carnaval. Segundo a administração municipal, a transmissão ocorre principalmente por contato direto com lesões na pele, além de secreções respiratórias e saliva.
As autoridades de saúde alertam que a prevenção do Mpox deve começar antes da folia. A recomendação é observar a pele atentamente e, ao identificar bolhas ou feridas suspeitas, procurar uma unidade de saúde. Também é indicado evitar contato íntimo ou físico prolongado com pessoas que apresentem lesões cutâneas.
Outras medidas preventivas incluem higienizar as mãos com frequência, não compartilhar objetos de uso pessoal e utilizar máscaras quando necessário.
Sintomas do Mpox
O intervalo de tempo entre o primeiro contato com o vírus até o início dos sinais e sintomas da mpox (período de incubação) é tipicamente de 3 a 16 dias, mas pode chegar a 21 dias. Após a manifestação de sintomas como erupções na pele, o período em que as crostas desaparecem, a pessoa doente deixa de transmitir o vírus a outras pessoas. As erupções na pele geralmente começam dentro de um a três dias após o início da febre, mas às vezes, podem aparecer antes da febre.
As lesões podem ser planas ou levemente elevadas, preenchidas com líquido claro ou amarelado, podendo formar crostas, que secam e caem. O número de lesões em uma pessoa pode variar de algumas a milhares de lesões. As erupções tendem a se concentrar no rosto, na palma das mãos e planta dos pés, mas podem ocorrer em qualquer parte do corpo, inclusive na boca, olhos, órgãos genitais e no ânus.
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