Jorge Santana, primo de Dinho, esclareceu que a jaqueta encontrada intacta durante a exumação dos Mamonas Assassinas pertencia à equipe da banda e foi colocada sobre o caixão no dia do enterro. A peça se manteve conservada por estar em uma gaveta do túmulo, fora do caixão, durante as últimas três décadas.
Conforme o Bacci Notícias noticiou mais cedo, durante a exumação dos corpos dos integrantes dos Mamonas Assassinas, uma jaqueta usada pela equipe da banda foi encontrada intacta. Porém, Jorge Santana, primo de Dinho, vocalista da banda, explicou que a peça não pertencia originalmente ao cantor, morto no acidente aéreo de 1996.

Jaqueta estava sobre o caixão e foi encontrada intacta. Foto: G1
“Essa jaqueta não foi a jaqueta que o Dinho usava. Quando foi feito o enterro, alguém da equipe foi e colocou em cima do caixão. Então assim, é uma jaqueta que pertenceu à equipe, pertenceu a todo aquele movimento, mas não necessariamente foi a jaqueta que o Dinho usava”, disse.
Jorge Santana, que também é CEO da marca Mamonas, explicou que a jaqueta ficou em uma gaveta do túmulo e, por isso, não sofreu tanto desgaste do tempo.
“Essa jaqueta ficou por 30 anos lá na gaveta. Ele pode até ter usado, não vamos descartar. Mas na verdade é isso: não estava no caixão, estava na parte de fora, e ela estava em um estado de conservação muito bom”, explicou Jorge.
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Relembre o acidente do Mamonas Assassinas
Os integrantes Dinho, Bento Hinoto, Samuel Reoli, Júlio Rasec e Sérgio Reoli morreram em 2 de março de 1996, após um acidente aéreo na Serra da Cantareira, na Zona Norte de São Paulo. Trinta anos depois, a exumação foi realizada para permitir que as cinzas sejam depositadas em um memorial ecológico.
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