A Justiça do Rio de Janeiro determinou a expulsão do ex-jogador Carlos Alberto de um condomínio localizado na Barra da Tijuca, na zona oeste da capital fluminense.
A Justiça do Rio de Janeiro determinou a expulsão do ex-jogador Carlos Alberto de um condomínio localizado na Barra da Tijuca, na zona oeste da capital fluminense.
A decisão atende a um pedido feito pelo condomínio após uma série de reclamações registradas por moradores entre 2019 e 2023. Ao todo, foram mais de 50 queixas relacionadas ao comportamento do ex-atleta.
Segundo o processo, disponibilizado pelo Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o motivo da medida seria um “comportamento antissocial reiterado”.
A decisão foi proferida pela juíza Erica Batista de Castro, da 1ª Vara Cível da Regional da Barra da Tijuca, que considerou procedente o pedido de exclusão do ex-jogador do condomínio.
Reclamações de moradores
De acordo com relatos apresentados na ação judicial, o ex-jogador teria promovido festas com música alta em diferentes horários, além de utilizar linguagem considerada ofensiva e em tom elevado.
Testemunhas também relataram supostos episódios de agressões a visitantes e atividades íntimas realizadas na varanda do apartamento.
As queixas resultaram em multas que, somadas, chegaram a cerca de R$ 20 mil. Conforme o processo, os valores não teriam sido pagos.
Defesa nega acusações
A defesa de Carlos Alberto afirma que as acusações são exageradas e nega qualquer envolvimento do ex-atleta em orgias ou atos sexuais em público, bem como episódios de agressão.
Segundo os advogados, as multas aplicadas estariam relacionadas apenas a questões de barulho.
Os representantes também alegam que o jogador estaria sendo alvo de uma suposta perseguição dentro do condomínio, identificado como Alphaland Residence Club, e que a situação tem prejudicado sua imagem.
Ex-jogador se manifesta
Pelas redes sociais, Carlos Alberto também se pronunciou sobre o caso.
“Venho dizer que nada disso aconteceu. Ao contrário, estou na minha casa e as medidas cabíveis vão ser tomadas”, escreveu.
A decisão judicial ainda cabe recurso.
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