A jogadora brasileira Giovana Queiroz foi acusada de racismo durante a semifinal da Copa da Rainha, disputada nesta terça-feira (17), na Espanha.

Atleta nega acusação e diz confiar no esclarecimento dos fatos. Foto: Divulgação / CBF.
Atleta nega acusação e diz confiar no esclarecimento dos fatos. Foto: Divulgação / CBF.

A jogadora brasileira Giovana Queiroz foi acusada de racismo durante a semifinal da Copa da Rainha, disputada nesta terça-feira (17), na Espanha.

A atleta, que atua pelo Atlético de Madrid, teria feito uma ofensa racial contra a jogadora Fatou Dembélé, do Tenerife, segundo denúncia apresentada durante a partida.

De acordo com o relato registrado em súmula, a acusação foi feita pela jogadora Noelia Ramos Álvarez, que informou à arbitragem que a brasileira teria se dirigido à companheira de equipe utilizando um termo racista, ‘negra’, de forma pejorativa.

O episódio teria ocorrido nos minutos finais da partida, após a expulsão de Dembélé, em meio a uma confusão entre atletas dos dois times.

Protocolo antirracismo

Diante da denúncia, a arbitragem acionou o protocolo antirracismo, e o jogo chegou a ser interrompido por cerca de cinco minutos.

O caso foi registrado oficialmente e deve ser analisado pelas autoridades esportivas.

Defesa da jogadora

Em nota publicada nas redes sociais, Giovana Queiroz negou as acusações e afirmou confiar na apuração dos fatos.

“Ver meu nome associado a uma mentira como essa me dói. Não vou aceitar em silêncio”, declarou a atleta.

A jogadora também afirmou que acredita que a verdade será esclarecida ao longo das investigações.

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