A morte da influenciadora Stefanie Pieper pode ter sido ainda mais brutal do que o inicialmente apurado. A autópsia indica que ela pode ter sido enterrada viva pelo ex-namorado, que confessou o crime e está preso aguardando julgamento na Áustria.

Influenciadora morta pelo namorado pode ter sido enterrada viva

A morte da influenciadora Stefanie Pieper, de 32 anos, ganhou novos contornos após autoridades apontarem a possibilidade de que ela tenha sido enterrada ainda viva pelo ex-namorado. O crime ocorreu em novembro do ano passado, na região de fronteira entre Áustria e Eslovênia.

Segundo a investigação, Stefanie desapareceu após retornar de uma festa, o que mobilizou buscas intensas. O sumiço chamou a atenção de pessoas próximas, especialmente após ela não comparecer a um compromisso profissional. As buscas contaram com drones e cães farejadores.

Durante as diligências, o celular da vítima foi encontrado em um arbusto próximo à residência. Antes de desaparecer, ela chegou a enviar uma mensagem a uma amiga relatando a presença de uma “figura escura” na escadaria do prédio.

Confissão e descoberta do corpo da influenciadora

Dias depois, o ex-namorado, identificado como Patrick M., de 31 anos, confessou o crime e indicou o local onde havia escondido o corpo.

Ele levou a polícia até uma área de floresta em Majsperk, na Eslovênia, onde a influenciadora foi enterrada.

Autópsia da influenciadora levanta hipótese

O ponto mais chocante do caso surgiu com o resultado da autópsia. De acordo com o Ministério Público de Graz, não foi possível determinar com precisão o momento da morte.

Isso levanta a possibilidade de que Stefanie estivesse apenas inconsciente quando foi colocada em uma mala e levada até o local onde foi enterrada.

Investigação e defesa

De acordo com a imprensa internacional, o suspeito afirmou ter cometido o crime após uma discussão relacionada ao término do relacionamento. A defesa alega que ele estava sob efeito de drogas no momento da agressão e diz que o cliente demonstra arrependimento.

Patrick M. foi preso na Eslovênia e posteriormente extraditado para a Áustria, onde permanece em prisão preventiva.

O julgamento está previsto para ocorrer ainda em 2026.

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