Uma jovem de 25 anos foi executada após ser condenada à pena de morte por torturar a filha de 3 anos do namorado. O caso, que chocou o país, veio à tona novamente após confirmação pública feita pela mãe da criança. A condenada, Wen Moutao, foi executada cerca de um mês antes do anúncio oficial. A informação foi confirmada na terça-feira (17) pela mãe da vítima, Li Tingting, após repercussão na imprensa local.
Uma jovem de 25 anos foi executada após ser condenada à pena de morte por torturar a filha de três anos do namorado. O caso, que chocou o país, veio à tona novamente após confirmação pública feita pela mãe da criança. A condenada, Wen Moutao, foi executada cerca de um mês antes do anúncio oficial. A informação foi confirmada na terça-feira (17) pela mãe da vítima, Li Tingting, após repercussão na imprensa local.
Crime ocorreu em 2023
O caso começou a ser investigado em dezembro de 2023, quando a menina Tian Tian foi declarada morta na cidade de Manzhouli. Na época, os pais biológicos da criança, Li Tingting e Tian Moulong, ainda eram legalmente casados, embora já não morassem juntos.
Meses antes da morte da menina, o pai havia se mudado para a casa da nova companheira, Wen Moutao, levando a filha consigo. Segundo a investigação, os dois passaram a submeter a criança a uma série de abusos físicos.
Meses de maus-tratos
De acordo com as autoridades, a criança foi espancada, amarrada, privada de alimentação e exposta a temperaturas negativas sem roupas por horas, maus-tratos que teriam ocorrido durante vários meses. Em 21 de dezembro de 2023, Wen Moutao ficou sozinha em casa com a menina. Segundo a investigação, ela se irritou depois que a criança urinou na cama. A agressão provocou convulsões na vítima, que morreu horas depois.
Condenações
A sentença em primeira instância foi anunciada em dezembro de 2024. Wen Moutao foi considerada culpada por lesão corporal dolosa e abuso, recebendo a pena de morte. Já o pai da criança, Tian Moulong, também condenado por lesão corporal dolosa e abuso, recebeu pena de prisão perpétua. Ele chegou a recorrer da decisão, mas a condenação foi mantida pela segunda instância. Posteriormente, a mãe da menina confirmou que o processo de separação do casal foi concluído e que o tribunal concedeu oficialmente o divórcio.
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