Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento em que um policial penal do Distrito Federal é agredido pela própria companheira em via pública. As imagens passaram a ser compartilhadas nos últimos dias em grupos ligados à segurança pública e mostram o servidor sendo atingido por socos, chutes e joelhadas. Segundo relatos associados ao vídeo, a agressão teria ocorrido após uma discussão motivada por uma suposta traição.

(Foto: Reprodução)
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Um vídeo que circula nas redes sociais mostra o momento em que um policial penal do Distrito Federal é agredido pela própria companheira em via pública. As imagens passaram a ser compartilhadas nos últimos dias em grupos ligados à segurança pública e mostram o servidor sendo atingido por socos, chutes e joelhadas. Segundo relatos associados ao vídeo, a agressão teria ocorrido após uma discussão motivada por uma suposta traição.

Vídeo mostra sequência de agressões

Nas imagens, o policial penal aparece caído enquanto recebe diversos golpes da mulher. Durante o episódio, ele grita de dor e pede ajuda a pessoas que estariam nas proximidades. Em determinado momento, o servidor chega a pedir que alguém acione a polícia e retire a mulher de cima dele, enquanto a agressão continua. O caso chamou atenção pelo nível de violência registrado e pela repercussão do vídeo em grupos de mensagens.

Agente estava armado durante a confusão

Outro ponto que chamou atenção no episódio é que o policial penal estava armado durante toda a agressão. Nas imagens, é possível ver que ele mantinha uma pistola no bolso enquanto era atacado. A situação levantou questionamentos sobre os riscos envolvidos, já que a presença da arma poderia ter agravado ainda mais a ocorrência.

Caso é apurado pela Secretaria de Administração Penitenciária

A Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape) confirmou que o homem envolvido é servidor do sistema penitenciário. O órgão informou que foi instaurado um procedimento de investigação preliminar para apurar as circunstâncias do episódio e a conduta do policial penal.

A secretaria também esclareceu que a agressão não ocorreu em frente ao Centro de Progressão Penitenciária (CPP), localizado no Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), como chegou a ser mencionado inicialmente em algumas publicações.

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