O suspeito de matar a jovem Manuela Vieira Matos Silva, de 23 anos, afirmou em depoimento que cometeu o crime após usar drogas e discutir com a vítima, em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia.

Homem afirmou à polícia que cometeu o crime após consumir entorpecentes e discutir com a vítima. Foto: Reprodução.
Homem afirmou à polícia que cometeu o crime após consumir entorpecentes e discutir com a vítima. Foto: Reprodução.

O suspeito de matar a jovem Manuela Vieira Matos Silva, de 23 anos, afirmou em depoimento que cometeu o crime após usar drogas e discutir com a vítima, em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia.

O homem, identificado como Lucas Santos Lima, de 29 anos, foi preso na segunda-feira (30), um dia após o corpo ser encontrado.

Segundo a Polícia Civil, o suspeito contou que conheceu Manuela em um ponto de drogas e a convidou para sua casa. No local, após o uso de entorpecentes, os dois tiveram uma discussão que terminou no assassinato.

De acordo com o delegado Roberto Júnior, da Diretoria Regional de Polícia do Interior (DIRPIN) Sudoeste/Sul, responsável pelo caso, ele também detalhou como colocou o corpo no congelador após o crime.

Corpo foi encontrado dias depois

A jovem pode ter sido morta no dia 25 de março, data em que foi vista pela última vez. O corpo, no entanto, só foi localizado no domingo (29), dentro de um imóvel na Rua Monte Castelo, no bairro Alto Maron.

A descoberta foi feita pela namorada do suspeito, que foi até a casa e estranhou a presença de objetos femininos. Ao verificar o local, encontrou o corpo dentro do eletrodoméstico e acionou a polícia.

Prisão ao tentar fugir

Após o crime, o suspeito deixou a cidade e foi localizado na segunda-feira (30), próximo à rodoviária de Ilhéus, no sul da Bahia. Segundo a polícia, ele afirmou que tentava fugir do estado. O homem foi preso e permanece à disposição da Justiça.

A Polícia Civil aponta que o crime foi cometido apenas pelo suspeito, mas não descarta a possibilidade de participação de outras pessoas. A causa da morte ainda será confirmada por meio de exame de necropsia, que deve indicar as lesões sofridas pela vítima e ajudar a esclarecer a dinâmica do crime.

O caso segue em investigação, e o corpo da jovem ainda não havia sido liberado para a família até a última atualização desta reportagem.

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