Onze governadores deixaram seus cargos para disputar as eleições de 2026, que acontecem em outubro, em um movimento que já impacta o cenário político nos estados. A renúncia é necessária para quem ocupa cargos no Executivo e deseja concorrer a outras funções, como presidência ou Senado.
Onze governadores deixaram seus cargos para disputar as eleições de 2026, que acontecem em outubro, em um movimento que já impacta o cenário político nos estados. A renúncia é necessária para quem ocupa cargos no Executivo e deseja concorrer a outras funções, como presidência ou Senado.
Entre os nomes que oficializaram a saída estão Ronaldo Caiado, que é pré-candidato à Presidência da República, e Romeu Zema, que também aparece como possível nome na disputa nacional.
Além deles, outros governadores que deixaram os cargos incluem Cláudio Castro, Ibaneis Rocha, Helder Barbalho e Renato Casagrande.
A lista ainda reúne nomes como Antonio Denarium (Roraima), Gladson Cameli (Acre), João Azevêdo (Paraíba), Mauro Mendes (Mato Grosso) e Wilson Lima (Amazonas).
A maior parte deles deve disputar vagas no Senado, enquanto alguns avaliam candidaturas mais amplas, como a Presidência.
Por que precisam renunciar?
A legislação eleitoral brasileira exige que ocupantes de cargos do Executivo deixem suas funções até seis meses antes do pleito caso queiram disputar outras posições.
As eleições gerais estão marcadas para os dias 4 e 25 de outubro, quando os brasileiros irão escolher presidente, governadores, deputados e senadores.
Com a saída dos governadores, os vice-governadores assumem os cargos até o fim do mandato. Ao mesmo tempo, outros chefes de Executivo optaram por permanecer nos postos para tentar a reeleição, já que, nesse caso, não é necessário renunciar.
O movimento marca o início mais intenso das articulações políticas para 2026, com impactos diretos tanto nos estados quanto no cenário nacional.
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