A húngara Gabriella Gaspár, que afirma ter uma filha de 12 anos com o jogador Neymar Jr., tornou-se alvo de uma ofensiva jurídica no Brasil. O advogado Ângelo Carbone, que anteriormente representava a modelo na ação de investigação de paternidade, revelou em entrevista exclusiva ao Bacci Notícias, nesta segunda-feira (13) que protocolou uma representação criminal no Ministério Público de São Paulo (MP-SP) contra sua ex-cliente.
A húngara Gabriella Gaspár, que afirma ter uma filha de 12 anos com o jogador Neymar Jr., tornou-se alvo de uma ofensiva jurídica no Brasil.
O advogado Ângelo Carbone, que anteriormente representava a modelo na ação de investigação de paternidade, revelou em entrevista exclusiva ao Bacci Notícias, nesta segunda-feira (13) que protocolou uma representação criminal no Ministério Público de São Paulo (MP-SP) contra sua ex-cliente.

Bruna Biancari e Neymar ao lado das filhas Mavie e Mel | Neymar, Helena e Amanda Kimberlly (Foto: Reprodução/Redes sociais)
O caso, que tramita na Justiça paulista, ganhou novos contornos após o jogador ter se prontificado a realizar o exame de DNA e a modelo, segundo a acusação, ter criado obstáculos para a finalização do procedimento.
Colaboração de Neymar e resistência húngara
De acordo com Carbone, a postura da defesa de Neymar foi colaborativa desde o início. O jogador não apresentou resistência e já disponibilizou o material genético para o confronto de dados. O impasse, no entanto, surgiu quando Gabriella teria se negado a realizar a coleta em seu país de origem.
“O rapaz foi muito educado, não trouxe resistência nenhuma, aceitou fazer o exame. O Neymar enviou o material de colheita e, de repente, recebo a informação de que ela se nega a fazer o exame lá na Hungria”, afirmou Carbone em entrevista exclusiva ao Bacci Notícias.
Acusações de estelionato e uso da criança
A representação enviada ao Ministério Público sugere que a narrativa apresentada por Gabriella possui inconsistências graves. O advogado alega que a modelo estaria utilizando a exposição midiática e a própria filha, Jázmin Zoé, para obter benefícios financeiros e visibilidade internacional.
“A negativa de fazer o exame vai dar extinção do processo. Na realidade, é um estelionato que ela fez. Ela conseguiu o que queria na mídia, expôs a família do jogador e o próprio advogado em uma situação que eu não admito”, disparou o jurista.
Para Carbone, a conduta da modelo configura um estelionato e aponta que a criança está sendo vítima de danos psicológicos ao ser convencida de uma paternidade que a mãe evita comprovar cientificamente.
“O que a gente acha e fica espantado é a cara de pau dessa mulher. A tristeza de ver uma criança vulnerável sendo usada por uma mulher desse jeito. A criança acredita de verdade que ele seja o pai dela, e ela [Gabriella] mexe nos dois países para buscar direitos de uma criança que, em tese, ela mesma impede de comprovar.”
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Inconsistências na narrativa
Entre os pontos críticos apontados pelo advogado que fragilizam a versão da modelo, destacam-se:
Pedidos financeiros: Relatos de solicitações diretas de dinheiro antes da conclusão do processo.
Negativa do DNA: A recusa em realizar o exame após o escritório de advocacia ter conseguido estabelecer a competência jurídica em São Paulo.
Local do encontro: A modelo narra ter conhecido o jogador em Cochabamba, na Bolívia, durante um jogo da Seleção Brasileira, mas o advogado questiona a cronologia e os detalhes do evento narrados por ela após 11 anos de silêncio.
Possibilidade de extradição e prisão
Mesmo residindo na Hungria, Gabriella Gaspar pode sofrer sanções severas no Brasil. Angelo Carbone acredita que o caso deve ultrapassar a esfera criminal comum e atingir varas relacionadas aos direitos do menor.
“Ela cometeu um crime aqui no Brasil. Eu acredito que os juízes podem detectar um crime e pedir para trazer ela para cá. O crime está feito na vontade dela; no momento em que ela engendrou essa mentira toda, prejudicou terceiros.”
O processo agora segue sob análise do Ministério Público, que deve decidir se oferece denúncia contra a modelo pelos crimes citados pelo advogado.
O portal Bacci Notícias tentou contato com Gabriela Gaspás. No entanto, até a última atualização desta reportagem não obtivemos resposta. O espaço segue aberto para manifestações.
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