O senador Cleitinho criticou Donald Trump por uma publicação considerada “blasfêmia”, mas avaliou positivamente medidas do presidente no combate a regimes autoritários

Senador Cleitinho - Foto: Reprodução/Agência Senado
Senador Cleitinho - Foto: Reprodução/Agência Senado

O senador Cleitinho (Republicanos-MG) afirmou, em entrevista exclusiva ao Bacci Notícias, na terça-feira (14), que se incomodou com a postura do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, após uma publicação envolvendo comparação com Jesus Cristo.

Trump chama integrantes da Otan de "covardes" (Foto: The White House)

Trump chama integrantes da Otan de “covardes” (Foto: The White House)

Segundo o parlamentar, o episódio ultrapassa limites religiosos e não pode ser relativizado. Ele afirmou que “qualquer cristão sabe que isso é blasfêmia” e destacou que, apesar de já ter apoiado ações do presidente norte-americano, há situações que não podem ser aceitas. “Por mais que eu já apoiei o Trump em várias ações que ele fez, o que eu quis mostrar ali é que um cristão não pode apoiar uma situação daquela, não, porque Jesus Cristo é um só. Ninguém tá acima de Jesus Cristo, não”, declarou.

Donald Trump (Reprodução/Redes Sociais)

Crítica pontual

Cleitinho fez questão de afirmar que sua crítica não invalida completamente a atuação de Trump. O senador ressaltou que avalia positivamente algumas medidas do presidente, especialmente no cenário internacional.

Ele citou ações contra regimes estrangeiros e afirmou que “combatendo ditadores, como ele fez com a questão do Maduro, com a questão do Irã, essas medidas já estão assertivas”, indicando que sua análise leva em conta diferentes aspectos da atuação do líder norte-americano.

Liderança e responsabilidade

O senador também avaliou que o episódio demonstra a importância da postura de líderes políticos diante de erros. Segundo ele, a retirada da publicação indica reconhecimento da falha.

Cleitinho afirmou que “o líder político tem que ter sabedoria e humildade” e acrescentou que “ninguém aqui é perfeito”, destacando que a capacidade de admitir equívocos é essencial no exercício do poder.

Leia mais no Bacci Notícias:

Vídeos curtos

Mais lidas