Um idoso de 62 anos foi encontrado morto dentro da própria casa, na quarta-feira (15), em bairro na Zona Sul de São Paulo.
Um idoso de 62 anos foi encontrado amarrado e morto na manhã desta sexta-feira (17), dentro da própria casa, na Zona Sul de São Paulo.

Idoso foi encontrado morto dentro de casa (Foto: Reprodução / Redes Sociais)
Apesar dos relatos envolvendo cenas de crueldade nos desdobramentos do caso, os autores do crime contra Carlos Henrique de Borba e o motivo ainda são desconhecidos.
De acordo com a investigação da Polícia Civil (PC), a principal linha de investigação é de um crime passional, já que a vítima passou a ser reconhecida como um homem “mulherengo”, e supostamente teria se envolvido com mulheres comprometidas.
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Um vizinho que conhecia o idoso, relatou em entrevista exclusiva ao portal Bacci Notícias que a vítima morava na residência há vários anos, o que levantou sua suspeita de um crime premeditado.
“Quem fez, premeditou. Foi marcado com hora, tudo. Ele tava inchado, amarrado. Os braços amarrados, pescoço e o órgão genital. Foi crueldade. Quem matou ele sabia que estava fazendo. Pelo que eu conheci, ele não merecia ser morto daquele jeito”, disse a testemunha.
Suspeita de sumiço
O homem revelou que o idoso havia ido até o culto segunda-feira (13), na igreja localizada na mesma rua onde morava. Apesar de nunca faltar aos encontros religiosos quando estava na capital, não apareceu para um novo encontro na quarta-feira (15), o que fez com que os fiéis suspeitassem.
A falta de um cadeado na porta de entrada da residência levantou as suspeitas do pastor, já que o fato indicava que a vítima estava na residência. Ao notar o sumiço do homem, decidiu entrar na casa, quando encontrou Carlos já sem vida.
“Eu moro aqui de frente. O pessoal que mora ali atrás também não viu nada. Quando alguém agride, tem grito, mas nem o pessoal que mora atrás ouviu nada”, relatou a mesma testemunha.
Incertezas sobre o caso
Outra vizinha relatou que Carlos Henrique Borba era um morador conhecido na vizinhança, e costumava conversar com outros moradores com determinada frequência.
“Ele era uma pessoa muito comunicativa, falando bastante sobre futebol… quando tinha jogo. Assusta, a gente fica temendo por alguma coisa, como aconteceu com ele pode acontecer com outra pessoa aqui na rua”, relatou.
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