O corpo do ex-jogador de basquete Oscar Schmidt foi vestido com uma camisa do Brasil durante a última despedida do atleta. O ícone do esporte morreu na sexta-feira (17), aos 68 anos.
O corpo do ex-jogador de basquete Oscar Schmidt foi vestido com uma camisa do Brasil durante a última despedida do atleta. O ícone do esporte morreu na sexta-feira (17), aos 68 anos.
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Nota de pesar da Prefeitura de Santana de Parnaíba (Reprodução/Redes Sociais)
A informação foi confirmada pela Prefeitura de Santana de Parnaíba, que também informou que o ex-jogador chegou à unidade em parada cardiorrespiratória. Segundo a administração municipal, equipes de resgate foram acionadas para prestar atendimento, mas o ídolo não resistiu.
Pedido da família
Segundo informações do ge, a pedido da família, o corpo de Oscar deixou o Hospital Municipal Santa Ana, em Santana de Parnaíba (SP), vestindo o manto da Seleção Brasileira. Ele foi levado para São Paulo, onde foi velado e será cremado.
A família do ex-jogador afirmou que a despedida foi realizada de forma reservada, apenas entre parentes próximos.
Em nota publicada no perfil oficial do ex-atleta, os familiares agradeceram as mensagens de apoio recebidas após a morte da lenda do esporte brasileiro.
“A família agradece, com carinho, todas as mensagens de apoio, força e solidariedade. A despedida foi realizada de forma discreta, apenas entre parentes próximos. Pedimos respeito e privacidade neste momento. Obrigado pela compreensão”, diz o comunicado.
Até o momento, não há informações adicionais sobre velório ou outras cerimônias de despedida do ex-jogador.
Legado de Oscar Schmidt
Oscar Schmidt morreu aos 68 anos, em Santana de Parnaíba, na Grande São Paulo, após passar mal em casa. Considerado um dos maiores nomes da história do basquete, ele construiu uma carreira marcada por recordes e conquistas.
Conhecido como “Mão Santa”, o ex-jogador é o maior pontuador da história das Olimpíadas e foi protagonista de momentos históricos com a Seleção Brasileira, incluindo a vitória sobre os Estados Unidos nos Jogos Pan-Americanos de 1987.
Sua trajetória também foi marcada pela luta contra um tumor cerebral, diagnosticado em 2011, que enfrentou ao longo dos últimos anos com resiliência.
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