A guarda civil metropolitana Sara Andrade dos Reis, de 34 anos, foi assassinada a tiros na madrugada deste domingo (19), na Rodovia dos Imigrantes, zona sul de São Paulo. A agente, que trabalhava na Inspetoria Regional do Jabaquara, foi atingida enquanto se deslocava de moto para o trabalho. O caso é investigado como latrocínio.

Sara Andrade dos Reis
Sara Andrade dos Reis

A Guarda Civil Metropolitana (GCM) de São Paulo está em luto após a confirmação da morte da agente Sara Andrade dos Reis, de 34 anos. Vítima de um suposto latrocínio na madrugada deste domingo (19), a guarda teve sua trajetória interrompida enquanto seguia para mais um plantão na zona sul da capital.

Integrante da corporação há pouco mais de três anos, Sara era descrita por colegas como uma profissional comprometida e dedicada. Atualmente, ela estava lotada na Inspetoria Regional do Jabaquara, unidade estratégica para a segurança da região onde o crime ocorreu.

GCM é encontrada morta com tiro na cabeça em rodovia (Foto: Reprodução/Redes sociais)

Nas redes sociais e entre os companheiros de farda, a agente era vista como um exemplo de superação, tendo conquistado o cargo em um concurso concorrido para servir à cidade de São Paulo.

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Para além da farda, Sara era mãe. Ela deixa uma filha de apenas dois anos de idade. A tragédia gerou uma onda de solidariedade e pedidos de justiça por parte de associações de guardas civis e moradores do Jabaquara, que destacam a vulnerabilidade dos agentes de segurança pública mesmo em seus trajetos diários.

O crime

Sara pilotava sua motocicleta, uma Honda ADV 150, pela Rodovia dos Imigrantes em direção ao trabalho quando foi interceptada na alça de acesso ao Viaduto Matheus Torloni. Embora o caso tenha sido reportado inicialmente como um acidente de trânsito, a perícia constatou que a guarda foi atingida por disparos de arma de fogo, sendo um deles fatal na região da cabeça.

O principal indício de latrocínio (roubo seguido de morte) é o desaparecimento da arma de fogo da agente, uma pistola 9 mm, que não foi encontrada junto ao corpo.

Investigação

O caso segue sob investigação da Polícia Civil, que busca imagens de câmeras de monitoramento da concessionária Ecovias e de radares da região para identificar os autores do crime. Até o momento, ninguém foi preso.

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