Uma menina de sete anos foi encontrada morta, na segunda-feira (20), no quintal da casa do ex-padrasto, no bairro Guarapes, na zona oeste de Natal, no Rio Grande do Norte.

Pétala Yonah Silva Nunes. (Reprodução)
Pétala Yonah Silva Nunes. (Reprodução)

Uma menina de sete anos foi encontrada morta, na segunda-feira (20), no quintal da casa do ex-padrasto, no bairro Guarapes, na zona oeste de Natal, no Rio Grande do Norte.

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De acordo com a Polícia Civil do Rio Grande do Norte, o suspeito confessou o crime durante depoimento e acabou preso. A vítima foi identificada como Pétala Yonah Silva Nunes. A menina estava desaparecida desde a tarde de domingo (19), quando saiu de casa e não retornou.

Confissão e prisão do suspeito

Segundo as investigações, agentes localizaram o ex-padrasto da criança no local de trabalho na manhã da segunda-feira. Durante o interrogatório, ele confessou ter abusado sexualmente da menina e, em seguida, cometido o assassinato.

Após a confissão, de acordo com o portal Metrópoles, o homem indicou o local onde havia enterrado o corpo no quintal da residência onde morava, no conjunto Leningrado, no bairro Guarapes. Ainda conforme a polícia, a criança chegou a viver no imóvel com a mãe e o irmão até janeiro deste ano.

Desaparecimento mobilizou moradores

A menina havia sido vista pela última vez por volta das 15h de domingo. Familiares e moradores da região chegaram a realizar buscas pelo conjunto habitacional, mas não conseguiram localizar a criança.

O caso passou a ser investigado pela Polícia Civil do Rio Grande do Norte, que conseguiu localizar o suspeito menos de 24 horas depois do desaparecimento.

Caso é tratado como vicaricídio

De acordo com os investigadores, o crime é tratado como vicaricídio, uma forma extrema de violência em que o agressor atinge pessoas próximas da mulher com o objetivo de causar sofrimento psicológico.

A tipificação faz parte de um pacote recente de medidas de combate à violência doméstica sancionado pelo presidente Lula. A legislação prevê pena que pode variar de 20 a 40 anos de prisão.

A Polícia Científica do Rio Grande do Norte realizará exames para determinar a causa da morte. O caso segue em investigação.

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