Marcela Alcântara Santos, de 18 anos, foi presa em Delfinópolis (MG) suspeita de matar Íris Cândida, de 24 anos. A vítima foi queimada viva em uma mercearia após uma crise de ciúmes da agressora, que não conhecia Íris. A suspeita foi encontrada em uma casa abandonada no mesmo dia em que a morte da jovem foi confirmada no hospital.
A Polícia Civil de Minas Gerais segue investigando de perto a morte de Íris Cândida, de 24 anos, que perdeu a vida após ser queimada viva em um ataque violento motivado por ciúmes, em Delfinópolis, no sul do estado.
O crime aconteceu no dia 11 de abril, na mercearia onde a vítima trabalhava. E, coincidentemente, a suspeita Marcela Alcântara Santos, de 18 anos, foi presa pelas autoridades neste sábado (20), mesmo dia da morte de Íris Cândida.

(Foto: Reprodução)
Detalhes da prisão da suspeita
De acordo com a PC-MG, a suspeita foi encontrada escondida em uma casa abandonada na zona rural de Delfinópolis, nas proximidades do distrito de Olhos d’Água.
Ela vinha sendo procurada pela polícia desde o dia do crime. Foram realizadas diversas buscas em endereços em várias cidades ligadas à família de Marcela até encontrá-la.
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Entenda o caso
A vítima, que foi praticamente queimada viva, foi socorrida por vizinhos e levada ao hospital da cidade. Devido à gravidade dos ferimentos, ela precisou ser transferida para a ala de queimados da Santa Casa de São Sebastião do Paraíso, mas não resistiu.
Íris teve queimaduras de 1º, 2º e 3º graus em cerca de 40% do corpo, principalmente da região do pescoço para baixo.
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De acordo com familiares, Íris e a agressora não se conheciam. Testemunhas relataram que a suspeita havia chegado recentemente à cidade para trabalhar na colheita de bananas.
Ainda segundo relatos, momentos antes do ataque, a vítima teria conversado com o namorado da suspeita, o que teria despertado uma crise de ciúmes e motivado a ação criminosa. O caso segue sob investigação.
