A Polícia Federal solicitou a prisão preventiva dos cantores MC Ryan SP e MC Poze do Rodo, além de outros investigados, incluindo Raphael Sousa Oliveira, responsável pela página Choquei.

Foto: Reprodução / Redes sociais.
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A Polícia Federal solicitou a prisão preventiva dos cantores MC Ryan SP e MC Poze do Rodo, além de outros investigados, incluindo Raphael Sousa Oliveira, responsável pela página Choquei. O pedido foi feito poucas horas depois da soltura do grupo, ocorrida na manhã desta quinta-feira (22), gerando uma nova reviravolta no caso.

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MC Ryan SP, MC Poze do Rodo, Chrys Dias e Raphael Sousa Oliveira (Foto: Reprodução / Redes sociais)

MC Ryan SP, MC Poze do Rodo, Chrys Dias e Raphael Sousa Oliveira (Foto: Reprodução / Redes sociais)

STJ apontou “ilegalidade” na prisão

A liberação dos investigados aconteceu após decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que concedeu habeas corpus no âmbito da Operação Narco Fluxo.

O ministro Messod Azulay Neto considerou que houve “flagrante ilegalidade” na decisão da 5ª Vara Federal de Santos, que havia determinado a prisão temporária de MC Ryan SP.

Segundo o magistrado, o prazo da prisão deveria ter sido limitado a cinco dias, conforme solicitado inicialmente pela própria autoridade policial.

A decisão também beneficiou outros 32 investigados, incluindo MC Poze do Rodo e Raphael Sousa Oliveira.

Defesa comemora decisão

Após a soltura, o advogado de MC Ryan SP, Felipe Cassimiro, celebrou publicamente o habeas corpus concedido ao artista.

“Fizemos história. Obrigado, Deus! Vem pra rua, meu amigo”, escreveu nas redes sociais.

Investigação segue em andamento

Apesar da soltura, as investigações da Polícia Federal continuam. A Operação Narcofluxo apura um esquema que teria movimentado mais de R$ 1,6 bilhão por meio de transações suspeitas, envolvendo artistas e influenciadores.

Os investigados seguem sob apuração e poderão responder por crimes como lavagem de dinheiro, associação criminosa e evasão de divisas, dependendo do avanço das investigações.

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