Uma jovem identificada como Kethlen Eduarda Hermisofe de Souza, conhecida nas redes sociais como “Ruiva do Job”, foi presa suspeita de integrar uma organização criminosa em Samambaia Norte, no Distrito Federal.

'Ruiva do Job': jovem é presa por esquema de tráfico e prostituição (Foto: Metrópoles)
'Ruiva do Job': jovem é presa por esquema de tráfico e prostituição (Foto: Metrópoles)

Uma jovem identificada como Kethlen Eduarda Hermisofe de Souza, conhecida nas redes sociais como “Ruiva do Job”, foi presa suspeita de integrar uma organização criminosa em Samambaia Norte, no Distrito Federal.

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‘Ruiva do Job’: jovem é presa por esquema de tráfico e prostituição (Foto: Reprodução)

A influenciadora, de 25 anos, ficou conhecida na internet por compartilhar fotos ostentando uma vida de luxo, além de exibir armas de grosso calibre em publicações nas redes sociais.

Operação investigou tráfico e lavagem de dinheiro

A Ruiva do Job foi uma das 14 pessoas presas durante a Operação Eiron, deflagrada na última quarta-feira (6). A ação investiga crimes de tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, prostituição e associação criminosa com atuação pela internet.

Segundo informações divulgadas pelo portal Metrópoles, a jovem levava uma “vida dupla”: enquanto realizava programas sexuais, também teria participação ativa no tráfico de drogas e em atividades ligadas à organização criminosa.

Ainda de acordo com as investigações, as publicações feitas por ela nas redes sociais ajudaram os policiais a monitorarem seus passos.

Defesa negou ligação com tráfico

Em depoimento à polícia, a influenciadora afirmou que mantinha perfis em plataformas de conteúdo adulto, onde comercializava fotos e vídeos eróticos.

No entanto, ela negou qualquer relação entre a atividade e o tráfico de drogas ou prostituição.

Grupo teria ligação com estratégias de facções

A Operação Eiron mobilizou cerca de 200 policiais e teve como objetivo desarticular uma célula criminosa que, segundo as investigações, utilizava estratégias semelhantes às aplicadas por facções do Rio de Janeiro.

De acordo com a polícia, o grupo não atuava apenas no comércio de drogas, mas também buscava ampliar domínio territorial por meio de cooptação social. Ao todo, foram cumpridos 39 mandados judiciais durante a operação.

Os investigados poderão responder por crimes como tráfico de drogas, organização criminosa armada e lavagem de dinheiro. Somadas, as penas podem ultrapassar 35 anos de prisão.

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