Ronaldo Caiado afirmou ao Bacci Notícias que a aprovação de 88% em Goiás fortalece sua pré-candidatura presidencial. O político do PSD disse que sua experiência administrativa o diferencia de Flávio Bolsonaro e descartou qualquer possibilidade de abrir mão da disputa para ser vice em 2026.

'Não podiam cobrar de mim suicídio político', diz Caiado sobre saída do União Brasil - Foto: Reprodução/SECOM - GO
'Não podiam cobrar de mim suicídio político', diz Caiado sobre saída do União Brasil - Foto: Reprodução/SECOM - GO

O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República pelo PSD, Ronaldo Caiado, afirmou que os índices de aprovação de sua gestão no estado representam um dos principais ativos de sua campanha presidencial.

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Ronaldo Caiado - Foto: Divulgação

Ronaldo Caiado – Foto: Divulgação

Em entrevista concedida nesta terça-feira (12) ao Bacci Notícias, Caiado destacou que deixou o governo com 88% de aprovação popular e afirmou que o resultado comprova sua capacidade administrativa.

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“Não existe atestado maior para um político do que encerrar o governo aprovado pela população”, declarou.

Segundo Caiado, Goiás se tornou referência nacional em áreas como segurança pública, educação e transparência fiscal. O pré-candidato afirmou que o estado vivia uma realidade marcada pelo narcotráfico, corrupção e precariedade nos serviços públicos antes de sua gestão. “O estado estava desgastado pela corrupção e pela violência. Nós devolvemos Goiás aos goianos”, afirmou.

Comparação com Flávio Bolsonaro

Ao comentar a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro, Caiado reconheceu que o senador possui maior reconhecimento nacional por carregar o sobrenome Bolsonaro. “O sobrenome dele é conhecido no Brasil inteiro e eu ainda sou desconhecido por grande parte da população”, disse.

Apesar disso, o ex-governador afirmou que acredita ter mais experiência administrativa e preparo político para governar o país.

“Eu não vou aprender a governar sentado na cadeira da Presidência da República”, declarou.

Segundo Caiado, sua trajetória como deputado federal, senador e governador o diferencia dos demais pré-candidatos.

“Não tenho motivação para ser vice”

Questionado sobre uma possível composição de chapa com Flávio Bolsonaro, ele descartou qualquer possibilidade de abrir mão da candidatura presidencial.

“De maneira alguma. Não tenho nenhuma motivação para ser vice-presidente”, afirmou.

O pré-candidato disse que o foco neste momento é consolidar sua imagem nacionalmente e apresentar suas propostas ao eleitorado.

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