A influenciadora Cíntia Chagas, decidiu fugir dos conteúdos relacionados a etiqueta e língua portuguesa para explorar a sexualidade em um livro recente, publicado nesta terça-feira (12), repleto de contos eróticos.
A influenciadora Cíntia Chagas, de 43 anos, decidiu fugir dos conteúdos relacionados a etiqueta e língua portuguesa para explorar uma área antes imprevisível: a sexualidade.

Influenciadora Cíntia Chagas (Foto: Luiz Tripoli)
A famosa lançou o livro ‘Sexo, Amor e Hipérboles’ na terça-feira (12), durante evento realizado em São Paulo. A obra apresenta uma visão provocadora da experiência humana, repleto de contos eróticos.
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Cíntia Chagas fala sobre novo livro
Em entrevista à revista Quem, Cíntia Chagas contou detalhes sobre sua mudança de direcionamento no conteúdo do novo livro.
“A minha imagem ficou, sim, muito marcada pela defesa da norma culta e por um certo apreço a valores considerados tradicionais, mas isso não necessariamente me impede de explorar outras dimensões da experiência humana, inclusive a sexualidade, na literatura”, contou.
Ainda segundo ela, utilizar o espaço para debater sobre sexualidade é uma “expansão criativa”, mas sem fugir de seu perfil. “Um livro de contos eróticos, nesse sentido, para mim, é um exercício de linguagem e de narrativa, não um abandono de princípios”, explicou Cíntia.
“Produzir um livro com temática erótica não implica automaticamente uma mudança ideológica; pode simplesmente indicar interesse em explorar novos gêneros, desafiar expectativas do público ou evitar ficar presa a um único rótulo”, analisou.
Desejo antigo
Durante a entrevista, a influenciadora revelou ainda que a ideia surgiu espontaneamente. De acordo com ela, o primeiro plano era de fazer uma obra contextualizada no ambiente corporativo, mas que repensou a ideia por medo da luxúria.
“Havia muito erotismo para o ambiente profissional. Não consigo lhe explicar por que razão tenho essa facilidade. E apreço pelo tema”, disse.
Apesar das questões discutidas durante a produção do livro, Cíntia Chagas revelou que não colocou restrições para preservar a “mágica do processo criativo”, reiterando sua “escrita por prazer”. “O meu texto é visceral, sim, mas jamais abandonei nele o rigor com a linguagem, com as escolhas lexicais e sintáticas” concluiu.
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