Imagens mostram o momento em que a influenciadora e advogada Deolane Bezerra chega ao Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa da Polícia Civil (DHPP), na região central de São Paulo. Ela foi presa na manhã desta quinta-feira (21), em sua casa em Alphaville durante uma operação que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC).

Influenciadora e advogada Deolane Bezerra (Foto: Reprodução/Redes sociais)
Influenciadora e advogada Deolane Bezerra (Foto: Reprodução/Redes sociais)

Imagens mostram o momento em que a influenciadora e advogada Deolane Bezerra chega ao Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa da Polícia Civil (DHPP), na região central de São Paulo. Ela foi presa na manhã desta quinta-feira (21), em sua casa em Alphaville durante uma operação que investiga um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital (PCC).

Reprodução/ Redes sociais

No vídeo, registrado pelo Bacci Notícias, é possível ver o momento que a empresária chega no local em um carro descaracterizado, escoltada pelan Polícia Civil.

Assista:

Operação investiga lavagem de dinheiro ligada ao PCC

Deolane Bezerra foi presa em sua residência em Alphaville, em Barueri, na Grande São Paulo, durante a Operação Vérnix, conduzida pela Polícia Civil e pelo Ministério Público de São Paulo.

Segundo as autoridades, a investigação apura um esquema de lavagem de dinheiro que envolveria integrantes da cúpula do PCC.

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Entre os alvos da operação também está Marco Herbas Camacho, apontado como líder da facção criminosa. Apesar do novo mandado, ele já se encontra preso.

Outros investigados incluem Alejandro Camacho, irmão de Marcola, além dos sobrinhos Paloma Sanches Herbas Camacho e Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho.

Empresa de transportes estaria ligada ao esquema

De acordo com a investigação, uma transportadora de cargas sediada em Presidente Venceslau, no interior de São Paulo, seria utilizada para movimentar recursos supostamente ligados à organização criminosa.

As autoridades afirmam que a empresa estaria sob controle de integrantes da facção e serviria para ocultar valores obtidos de maneira ilícita.

Ao todo, a operação cumpriu seis mandados de prisão preventiva e diversas ordens de busca e apreensão.

 

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