A prisão da influenciadora Deolane Bezerra voltou a ganhar destaque nas redes após a irmã dela, Daniele Bezerra, publicar um novo pronunciamento defendendo a inocência da advogada e criticando a repercussão do caso.
A prisão da influenciadora Deolane Bezerra voltou a ganhar destaque nas redes após a irmã dela, Daniele Bezerra, publicar um novo pronunciamento defendendo a inocência da advogada e criticando a repercussão do caso.

Deolane Bezerra. (Foto: Reprodução/Instagram)
Em comunicado divulgado nas redes sociais, Daniele afirmou que está focada na defesa da irmã e na tentativa de esclarecer os fatos investigados pela polícia.
“A Deolane é inocente. Não existe essa história de lavar R$ 24.500. E ela jamais teve 35 empresas, como parte da mídia vem divulgando de forma irresponsável”, declarou.
Daniele também agradeceu as mensagens de apoio recebidas nos últimos dias e afirmou que está disposta a conceder entrevistas para explicar a versão da defesa caso a irmã não seja liberada.
Prisão preventiva foi mantida
Deolane Bezerra passou por audiência de custódia nesta quinta-feira (21), mas a Justiça decidiu manter a prisão preventiva da influenciadora.
A defesa tentou converter a prisão em domiciliar alegando que Deolane é mãe, mas o pedido não teve sucesso. Agora, os advogados tentam obter o relaxamento da prisão enquanto aguardam a transferência dela para uma unidade prisional no interior de São Paulo.

Reprodução / Instagram
Operação investiga lavagem de dinheiro
A prisão aconteceu durante a Operação Vérnix, conduzida pela Polícia Civil e pelo Ministério Público de São Paulo. As investigações apuram um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado ao Primeiro Comando da Capital.
Durante coletiva, o secretário de Segurança Pública de São Paulo, Nico Gonçalves, afirmou que diferentes investigados teriam ligação com o esquema.
Segundo ele, a investigação também envolve nomes ligados a Marco Herbas Camacho, conhecido como Marcola, apontado como uma das principais lideranças da facção criminosa.
As autoridades também citaram o irmão dele, Alejandro Camacho, além dos familiares Paloma Sanches Herbas Camacho e Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho.
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Empresa seria usada para ocultar valores, segundo Polícia
De acordo com a investigação, o grupo utilizaria uma transportadora de cargas em Presidente Venceslau, no interior paulista, para movimentar recursos supostamente ligados ao crime organizado.
A polícia suspeita que a empresa funcionava como mecanismo para ocultar dinheiro obtido de forma ilícita. Durante a coletiva, Nico Gonçalves afirmou que o governo paulista seguirá intensificando ações contra facções criminosas.
“O crime organizado não vai ter vez aqui em São Paulo. Não existe lugar onde a polícia não entre”, declarou o secretário.
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