Um homem de 40 anos morreu após ser baleado por policiais militares na noite de sexta-feira (22), no bairro Jardim Carandá, em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul.  A vítima foi identificada como Renato Marian.

Filha incendeia casa da mãe após briga por motocicleta - Foto: Reprodução/PMMS
Filha incendeia casa da mãe após briga por motocicleta - Foto: Reprodução/PMMS

Um homem de 40 anos morreu após ser baleado por policiais militares na noite de sexta-feira (22), no bairro Jardim Carandá, em Três Lagoas, no Mato Grosso do Sul.  A vítima foi identificada como Renato Marian.

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Segundo informações divulgadas pelo portal Metrópoles, Renato estaria armado com uma faca e ameaçando o próprio pai, de 71 anos, dentro da residência.

Moradores acionaram a Polícia Militar após ouvirem gritos, confusão e barulhos de objetos sendo quebrados no imóvel.

Testemunhas também relataram que o homem carregava uma faca e um pedaço de madeira.

Polícia afirma que suspeito avançou durante abordagem

Ao chegar ao endereço, os policiais encontraram o portão trancado. Segundo o boletim de ocorrência, Renato se recusou a abrir a residência, fazendo com que um dos militares pulasse o muro para permitir a entrada das equipes de apoio.

Ainda conforme o registro policial, o homem saiu da casa segurando uma faca e ignorou as ordens para largar a arma.

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Em seguida, ele teria avançado contra um dos policiais e acabou sendo baleado.

Homem chegou a ser socorrido

Mesmo ferido, Renato ainda correu para o banheiro da casa antes de ser contido.

Os próprios policiais prestaram socorro e encaminharam o homem ao Hospital Auxiliadora, mas ele não resistiu aos ferimentos e morreu pouco depois.

Pai relatou comportamento agressivo

Após a ocorrência, o pai da vítima contou à polícia que o filho chegou em casa bastante alterado e aparentemente sob efeito de drogas.

Segundo o idoso, Renato passou a quebrar móveis e objetos da residência antes de tentar atacá-lo com a faca.

O caso foi registrado na Delegacia de Pronto Atendimento Comunitário de Três Lagoas como morte decorrente de intervenção legal de agente do Estado, tentativa de homicídio e violência doméstica.

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