Um dos corpos indentificados pertencia a um cantor de funk
Um dos corpos indentificados pertencia a um cantor de funk

A Polícia Civil de São Paulo identificou que um dos quatro corpos encontrados em um cemitério clandestino na Zona Sul da capital pertencia a um cantor de funk de 25 anos. As vítimas estavam enterradas em uma área de mata na comunidade de Heliópolis. 

Foto: Agência SP.

O jovem foi identificado como Jonas Barros de Oliveira, conhecido na música como “Gigante”, que estava começando a carreira na produtora Damassaclan. Segundo informações apuradas pelo portal Metrópoles, os outros três corpos ainda passam por exames, mas a polícia suspeita que dois deles sejam do gerente e do motorista da mesma produtora, que sumiram na semana passada. 

A Guarda Civil Municipal localizou o espaço após notar caminhos de mato pisados em um terreno da Sabesp. No local, os agentes encontraram três corpos enrolados em cobertores e enterrados em covas rasas. No dia seguinte, a Polícia Civil voltou à comunidade e achou o quarto corpo, que já estava em avançado estado de decomposição.

Sumiço misterioso

Testemunhas contaram aos investigadores que o motorista da produtora sumiu na tarde de sexta-feira (22) após ser chamado para “trocar uma ideia” com um homem dentro de um carro preto. Logo depois, o gerente e o funkeiro também desapareceram e pararam de responder às mensagens no celular.

Apesar de a família do gerente não ter reconhecido o rosto dele por conta do estado das vítimas, parentes confirmaram que um dos corpos vestia as roupas dele. O caso foi registrado como homicídio pelo 95º DP (Heliópolis) e a investigação foi repassada para o DHPP, que tenta descobrir a motivação do crime. 

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