Um bebê de um ano morreu no Guarujá (SP) após dar entrada em uma UPA na última segunda-feira (25). Médicos identificaram sinais de maus-tratos e abuso sexual, acionando a polícia. O laudo do IML confirmou lesões decorrentes de tortura e estupro. A mãe da criança, Iarley do Nascimento Bezerra, e o ex-companheiro dela, José Erasmo Felix Mouzinho, foram presos. O pai biológico relatou à polícia as condições precárias em que o filho vivia.
Uma morte suspeita de um bebê de apenas um ano de idade chamou a atenção das autoridades policiais neste início de semana no Guarujá, cidade localizada no litoral do estado de São Paulo.
Tudo começou na última segunda-feira (25), quando a mãe da criança levou o menino a uma Unidade de Pronto Atendimento (UPA) alegando que o filho havia ficado “sem reação” após se alimentar.

(Foto: Prefeitura de Guarujá/Divulgação)
Constatação de abusos e prisões
Porém, durante o atendimento, os médicos identificaram ferimentos que indicavam maus-tratos e suspeita de abuso sexual. Por esse motivo, os profissionais comunicaram a Polícia Militar, que foi ao local e deu voz de prisão à mãe da vítima, Iarley do Nascimento Bezerra.
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A criança morreu logo em seguida. Posteriormente, um laudo do Instituto Médico Legal (IML) confirmou lesões potenciais de tortura e de abuso sexual. Com o avanço das investigações, além da mãe, também foi preso o ex-companheiro dela, José Erasmo Felix Mouzinho, de 52 anos.
Depoimento do pai
O pai da criança, que havia terminado seu relacionamento com a mãe do bebê há cerca de uma semana, prestou depoimento à Polícia Civil de São Paulo. Na delegacia, ele relatou e deu detalhes sobre as condições precárias onde a família vivia.
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