O indiano Jitu Munda, de 59 anos, que chocou o mundo ao levar os restos mortais da irmã a um banco para sacar 20 mil rúpias (cerca de R$ 1.057), não foi preso. Membro de uma comunidade tribal e analfabeto, ele cometeu o ato por não entender as exigências dos funcionários, achando que precisava levar o corpo para provar o óbito. A polícia esclareceu o mal-entendido e o orientou a emitir uma certidão de herdeiros.

Saiba o que aconteceu com homem que desenterrou irmã para sacar dinheiro em banco (Foto: Redes Sociais)
Saiba o que aconteceu com homem que desenterrou irmã para sacar dinheiro em banco (Foto: Redes Sociais)

Sem dúvidas, a história de um homem que desenterrou o cadáver da própria irmã e o carregou pelas ruas da Índia até um banco, a fim de resgatar uma “herança” de 20 mil rúpias indianas na instituição financeira, chamou muita atenção nos últimos dias pelo mundo.

Mas, afinal, o que aconteceu com ele? Ele foi preso? A resposta é não. Isso porque o homem foi descrito como analfabeto e morador de uma comunidade tribal. Por essa razão, ele não compreendeu as informações passadas pelo banco, causando um grande mal-entendido.

Saiba o que aconteceu com homem que desenterrou irmã para sacar dinheiro em banco (Foto: Redes Sociais)

Saiba o que aconteceu com homem que desenterrou irmã para sacar dinheiro em banco (Foto: Redes Sociais)

O motivo da confusão

O valor em questão corresponde a cerca de R$ 1.057, na cotação atual. O caso aconteceu no distrito de Patna, em Keonjhar, onde o indivíduo tentava provar a morte da familiar para poder ter acesso ao benefício.

Segundo o jornal Indian Express, o homem do vídeo é Jitu Munda, de 59 anos, que teria perdido a irmã mais velha em janeiro deste ano. Após a morte dela, ele foi até o banco a fim de solicitar o resgate do dinheiro que estava guardado na conta.

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Funcionários da instituição financeira se recusaram a liberar os fundos porque a mulher não tinha herdeiros legais registrados e também não indicou nenhum legatário por meio de testamento. Em seguida, ele foi informado incorretamente de que somente a proprietária da conta poderia realizar o saque ou que, então, deveriam ser apresentados os herdeiros legais.

Para provar a morte da irmã e tentar resolver a exigência, o homem reuniu os restos mortais da familiar em um saco plástico e os levou até a agência bancária, exigindo novamente ter acesso aos valores.

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Desfecho do caso

Após as autoridades entenderem o mal-entendido de comunicação, os policiais orientaram que o homem fosse até o cartório local em busca de uma certidão oficial de herdeiros. Logo em seguida, os próprios policiais realizaram o sepultamento adequado do corpo da mulher.

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