A Polícia Civil de Minas Gerais investiga o desaparecimento de um bebê de 8 meses em Lagoa Santa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. O caso foi registrado no dia 27 de maio e ganhou repercussão após os pais da criança apresentarem versões contraditórias sobre o que teria acontecido.

Foto: Polícia Civil / Reprodução.
Foto: Polícia Civil / Reprodução.

A Polícia Civil de Minas Gerais investiga a morte e desaparecimento do corpo de um bebê de 8 meses em Lagoa Santa, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (MG). O caso foi registrado no dia 27 de maio e ganhou repercussão após os pais da criança apresentarem versões contraditórias sobre o que teria acontecido.

Polícia investiga desaparecimento de bebê de 8 meses em Lagoa Santa (MG) após pais apresentarem versões contraditórias sobre o caso. Foto: Polícia Civil.

Segundo a polícia, o caso começou a ser apurado depois que pessoas próximas à mãe acionaram a Polícia Militar ao receber mensagens em que ela afirmava que o filho estaria morto. Diante da gravidade das informações, equipes foram até o endereço do casal, no bairro Shalimar, onde os dois foram localizados.

Versões contraditórias

Ainda de acordo com o boletim de ocorrência, a mãe apresentou diferentes relatos para explicar o desaparecimento do bebê. Em uma das versões, disse que a criança teria morrido após ser agredida por um credor. Em outra, afirmou que o companheiro teria atacado o filho.

Já na presença dos policiais, novas versões surgiram. A mulher também relatou que estaria sendo ameaçada por traficantes após colaborar com investigações e que uma conhecida, identificada como Adriana, teria ajudado a cuidar do bebê.

Em um dos relatos, ela afirmou que essa mulher teria matado a criança como forma de retaliação. Em outro, disse que o bebê teria sido encontrado sem vida ao acordar, com os lábios roxos, e que a mesma conhecida teria levado o corpo sem informar o destino.

Relato do pai

O pai da criança também apresentou uma versão diferente. Ele afirmou que o casal fazia uso de drogas e que a mulher chamada Adriana passou a frequentar a casa e oferecer entorpecentes.

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Segundo o depoimento, na noite do ocorrido, o bebê teria recebido uma dose de clonazepam para dormir e, ao acordarem, já estava sem sinais vitais. Com medo das consequências, o casal teria entregado o corpo à mulher, que teria descartado o cadáver em um rio.

Ambiente e buscas

Durante a vistoria no imóvel, os policiais encontraram o local em condições precárias, com grande quantidade de lixo, garrafas de bebidas alcoólicas, objetos quebrados e indícios de uso de drogas.

Apesar das buscas, o bebê não foi localizado e não há, até o momento, confirmação oficial da morte da criança.

Os pais foram encaminhados à delegacia para prestar esclarecimentos, mas acabaram liberados por não haver situação de flagrante.

Em nota, a Polícia Civil informou que o caso segue sob investigação e que os trabalhos se concentram na localização da criança e no esclarecimento completo dos fatos. Novas informações devem ser divulgadas conforme o avanço das apurações.

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