Pais e alunos da Escola Estadual Sant’Ana, no bairro Petrópolis, zona Sul de Manaus, Amazonas, denunciaram uma série de problemas na unidade, após a circulação de um vídeo atribuído a uma pedagoga da escola
Pais e alunos da Escola Estadual Sant’Ana, no bairro Petrópolis, zona Sul de Manaus, Amazonas, denunciaram uma série de problemas na unidade, após a circulação de um vídeo atribuído a uma pedagoga da escola.
Vídeo gravado dentro de sala de aula em escola estadual de Manaus mostra servidora fazendo declaração que gerou revolta entre pais e alunos. Foto: Reprodução.
Nas imagens, gravadas por um estudante, a servidora aparece relatando insatisfação com o ambiente escolar e diz ter vontade de “comprar um revólver para dar um tiro na cabeça dos pais”. O conteúdo gerou forte repercussão entre responsáveis e alunos.
Reação de pais e alunos gera cobrança por providências
A gravação passou a circular entre familiares e provocou revolta entre os responsáveis, que consideraram a fala inaceitável dentro do ambiente escolar.
Durante manifestação em frente à unidade, pais cobraram posicionamento da direção e da Secretaria de Estado de Educação e Desporto Escolar (Seduc). Segundo eles, o clima na escola ficou ainda mais tenso após a divulgação do vídeo.
Denúncias incluem merenda e infraestrutura
Além do caso envolvendo a servidora, pais relatam outros problemas na escola, como falhas na merenda escolar e na estrutura da unidade. Segundo os relatos, estudantes teriam encontrado irregularidades na alimentação, além de problemas como falta de água em banheiros e salas sem climatização adequada.
Os responsáveis também afirmam que há dúvidas sobre a destinação de valores arrecadados em eventos internos realizados pela escola.
Professora cita preocupação com estrutura
Em entrevista à imprensa local, uma professora afirmou que as denúncias sobre infraestrutura e merenda são preocupantes, mas disse não ter conhecimento do vídeo no momento da gravação. Ela destacou ainda que problemas estruturais não são exclusivos da unidade e atingem outras escolas da rede pública.
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Pais, alunos e servidores pedem investigação sobre o caso e medidas para garantir melhores condições de ensino na unidade. Até o momento, não há posicionamento da Secretaria de Estado de Educação e Desporto Escolar do Amazonas (Seduc).
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