Uma jovem de 22 anos, identificada como Ana Beatriz Silva Lopes, foi encontrada morta na quarta-feira (3) em Aripuanã, município localizado a cerca de 1.000 quilômetros de Cuiabá, no Mato Grosso. Segundo informações da Polícia Militar, o crime teria ocorrido após uma suposta sessão do chamado “tribunal do crime”, prática atribuída a organizações criminosas.

Jovem de 22 anos é encontrada morta após sessão de 'tribunal do crime'  (Foto: Reprodução/Redes sociais)
Jovem de 22 anos é encontrada morta após sessão de 'tribunal do crime'  (Foto: Reprodução/Redes sociais)

Uma jovem de 22 anos, identificada como Ana Beatriz Silva Lopes, foi encontrada morta na quarta-feira (3) em Aripuanã, município localizado a cerca de 1.000 quilômetros de Cuiabá, no Mato Grosso. Segundo informações da Polícia Militar, o crime teria ocorrido após uma suposta sessão do chamado “tribunal do crime”, prática atribuída a organizações criminosas.

Vítima foi localizada em estabelecimento

De acordo com a PM, Ana Beatriz teria sido levada do distrito de Conselvan para Aripuanã por suspeitos investigados no caso.

Após receber informações sobre o paradeiro da jovem, equipes policiais foram até um imóvel que funcionava como boate. No local, a vítima foi encontrada sem vida.

Durante a ação, dois homens foram localizados dentro do estabelecimento. Um deles tentou fugir, mas foi detido pelos policiais. Ambos foram presos e encaminhados à delegacia.

Suspeitos relataram suposta sessão criminosa

Segundo a Polícia Militar, os suspeitos informaram que chegaram ao local com a vítima ainda durante a manhã.

As investigações apontam que Ana Beatriz teria sido submetida a agressões antes de morrer. A hipótese inicial é de que o crime tenha sido motivado por determinações de uma facção criminosa.

Investigação apura motivação

Conforme informações repassadas pelo tenente-coronel Alex Fontes, a jovem teria passado a ser alvo de integrantes de uma organização criminosa após ser apontada como possível colaboradora ou integrante de um grupo rival.

Ainda segundo a apuração policial, os suspeitos teriam analisado o celular e as redes sociais da vítima, encontrando conteúdos que, na interpretação deles, indicariam ligação com integrantes de outra facção.

Uma das linhas investigativas aponta que Ana Beatriz mantinha um relacionamento com uma pessoa associada ao grupo rival, circunstância que pode ter contribuído para que ela fosse alvo dos criminosos.

Caso segue sob investigação

Os dois suspeitos permanecem à disposição da Justiça. A Polícia Civil continua investigando o caso para esclarecer a dinâmica do crime, identificar possíveis outros envolvidos e confirmar a motivação do homicídio.

Leia mais no Bacci Notícias:

Vídeos curtos

Mais lidas