Novas imagens divulgadas pelas forças de segurança mostram a operação que resultou na localização do corpo da jovem Ana Beatriz Silva Lopes, de 22 anos, e na prisão de dois suspeitos investigados pelo crime ocorrido em Aripuanã, município localizado a cerca de mil quilômetros de Cuiabá, no Mato Grosso, na quarta-feira (3).
Novas imagens divulgadas pelas forças de segurança mostram a operação que resultou na localização do corpo da jovem Ana Beatriz Silva Lopes, de 22 anos, vítima do “tribunal do crime”. A ação também registrou na prisão de dois suspeitos investigados pelo crime ocorrido em Aripuanã, município localizado a cerca de mil quilômetros de Cuiabá, no Mato Grosso, na quarta-feira (3).

Vídeo mostra momento em que jovem é encontrada morta após passar pelo ‘tribunal do crime’ (Foto: Reprodução)
Nas gravações, policiais militares e civis aparecem durante a abordagem aos investigados e no atendimento da ocorrência dentro de um imóvel que funcionava como boate na cidade.
Suspeitos foram presos durante operação
Os homens detidos foram identificados pelas autoridades como Leandro do Amaral Araújo e Gabriel Antonio da Silva Santos.
Segundo a Polícia Militar, um dos suspeitos tentou fugir ao perceber a chegada das equipes, mas foi alcançado e preso. Ambos foram encaminhados à delegacia, onde permanecem à disposição da Justiça.
Segundo informações da Polícia Militar, o crime teria ocorrido após uma suposta sessão do chamado “tribunal do crime”, prática atribuída a organizações criminosas.
Corpo foi localizado durante buscas
De acordo com a investigação, Ana Beatriz teria sido levada do distrito de Conselvan para Aripuanã antes do crime.
Após receber informações sobre o possível paradeiro da vítima, equipes das forças de segurança iniciaram diligências e chegaram ao imóvel onde ela foi encontrada sem vida.
Ainda conforme os investigadores, há indícios de que os suspeitos aguardavam a chegada de um veículo para remover o corpo e levá-lo para outra região.
Investigação apura motivação
Conforme informações repassadas pelo tenente-coronel Alex Fontes, a jovem teria passado a ser alvo de integrantes de uma organização criminosa após ser apontada como possível colaboradora ou integrante de um grupo rival.
Ainda segundo a apuração policial, os suspeitos teriam analisado o celular e as redes sociais da vítima, encontrando conteúdos que, na interpretação deles, indicariam ligação com integrantes de outra facção.
Uma das linhas investigativas aponta que Ana Beatriz mantinha um relacionamento com uma pessoa associada ao grupo rival, circunstância que pode ter contribuído para que ela fosse alvo dos criminosos.
Caso segue sob investigação
Os dois suspeitos permanecem à disposição da Justiça. A Polícia Civil continua investigando o caso para esclarecer a dinâmica do crime, identificar possíveis outros envolvidos e confirmar a motivação do homicídio.
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