Um homem foi encontrado esquartejado dentro de uma mala no ramal da UDV, em Manaus. O crime ganhou repercussão após a circulação de um vídeo atribuído à vítima nas redes sociais, onde o homem faz declarações sobre supostos crimes antes de ser morto. Equipes da Polícia Militar, IML e Corpo de Bombeiros foram mobilizadas. A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) investiga o caso.
Um crime com requintes de crueldade chocou os moradores de Manaus (AM) e mobilizou as forças de segurança pública na segunda-feira (08). Um homem foi encontrado morto e esquartejado em uma área de mata densa localizada no ramal da UDV, na capital amazonense.
Homem é encontrado esquartejado em área de mata, na cidade de Manaus (AM). Foto: Reprodução.
O caso ganhou contornos ainda mais fortes após a divulgação de um vídeo gravado da própria vítima momentos antes de sua execução, no qual ele aparece fazendo declarações chocantes sobre supostos crimes e atividades ilícitas.
De acordo com o relatório da ocorrência, os restos mortais do homem foram transportados e ocultados dentro de uma bagagem abandonada no meio da mata.
Relatos preliminares apontam que a mala acabou se abrindo durante o trajeto ou no momento exato do descarte, fazendo com que partes do corpo ficassem espalhadas pela região.
Vítima aparece acuada e detalha condutas ilícitas em vídeo
Pouco tempo após a localização da mala pelas equipes policiais, o vídeo gravado pela vítima começou a viralizar em aplicativos de mensagens e redes sociais na capital.
Nas imagens perturbadoras, o homem aparece sob forte tensão, olhando diretamente para a câmera enquanto faz um relato sobre a sua suposta participação em ações envolvendo abuso de menores na região.
O material indica que o homem possa ter sido obrigado a gravar o depoimento antes de sofrer a punição física.
Até o fechamento desta reportagem, as instituições de segurança pública do Amazonas ainda não confirmaram oficialmente a autenticidade do vídeo e nem a identidade civil da pessoa que aparece nas imagens em ambiente digital.
Agentes da 30ª Companhia Interativa Comunitária (Cicom) isolaram completamente o perímetro da mata para que os peritos do Instituto Criminalístico pudessem coletar provas técnicas.
