A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento de uma fórmula infantil comercializada pela marca Essentia Pharma. A decisão, divulgada na segunda-feira (08), também suspende a fabricação, comercialização, distribuição, propaganda e uso do produto em todo o país.

Anvisa determina recolhimento de fórmula infantil (Foto: Reprodução)
Anvisa determina recolhimento de fórmula infantil (Foto: Reprodução)

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) determinou o recolhimento de uma fórmula infantil comercializada pela marca Essentia Pharma. A decisão, divulgada na segunda-feira (08), também suspende a fabricação, comercialização, distribuição, propaganda e uso do produto em todo o país.

Anvisa ordena recolhimento de chá de camomila (Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil)

Anvisa.
(Foto: Marcelo Camargo / Agência Brasil)

Segundo a agência, a medida atinge a Fórmula Infantil 1ª e 2ª Infância, produzida pela HKM Farmácia de Manipulação Ltda.

Por que a Anvisa determinou o recolhimento?

De acordo com a Anvisa, o produto vinha sendo comercializado como fórmula infantil sem possuir a regularização sanitária necessária para esse tipo de alimento.

O órgão informou que a apresentação do produto, incluindo rótulos, informações e alegações publicitárias, poderia induzir os consumidores a acreditar que se tratava de uma fórmula infantil devidamente autorizada pelas autoridades sanitárias.

Ainda segundo a agência, não há comprovação de que o produto atenda aos critérios exigidos de segurança, qualidade, composição e valor nutricional para alimentação de bebês e crianças pequenas.

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Riscos para a saúde infantil

A Anvisa destacou que a comercialização de produtos sem a devida avaliação sanitária pode representar riscos à saúde, especialmente por se tratar de um público considerado altamente vulnerável.

Lactentes e crianças na primeira infância possuem necessidades nutricionais específicas, e fórmulas destinadas a esse grupo devem seguir rigorosos padrões de controle e regulamentação.

Segundo o órgão, a ausência dessas garantias pode comprometer a segurança alimentar e induzir pais e responsáveis ao erro sobre a natureza e a qualidade do produto.

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